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domingo, 29 de setembro de 2019

CHIQUINHO SALES - 110 ANOS


CHIQUINHO SALES
Fon Fon, 1940.
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Há 110 anos nascia o compositor CHIQUINHO SALES.

Francisco Sales nasceu em 29 de setembro de 1909.

Como Chiquinho Sales foi um fértil compositor, produzindo várias músicas humorísticas para a dupla Alvarenga e Ranchinho. Também compunha para Linda Batista, que apresentava suas músicas no Cassino da Urca, além de gravar algumas delas.


Fon Fon, 1939
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Embora outros intérpretes, como Dircinha Batista e Francisco Alves tivessem gravados suas composições, a maioria foi registrada pela dupla Alvarenga e Ranchinho.


Carioca, 1948
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Trago algumas de suas composições na interpretação de Alvarenga e Ranchinho, Linda Batista, Dircinha Batista entre outros.



A MULHER E O RÁDIO
Moda de Viola de Alvarenga, Ranchinho e Chiquinho Sales
Gravada por Alvarenga, Ranchinho e Chiquinho Sales
Acompanhamento de Viola e Violão
Disco Odeon 11.776-A, matriz 6144
Gravado em 30 de junho de 1939 e lançado em outubro de 1939



CASAMENTO DA MIQUELINA
Tarantela Viola de Alvarenga, Ranchinho e Chiquinho Sales
Gravada por Alvarenga, Ranchinho e Chiquinho Sales
Acompanhamento de Viola, Violão, Acordeon e Clarineta
Disco Odeon 11.776-B, matriz 6145
Gravado em 30 de junho de 1939 e lançado em outubro de 1939



EU FUI À EUROPA
Samba Choro
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento dos Diabos do Céu
Disco Victor 34.785-A, matriz S-052241
Gravado em 10 de junho de 1941 e lançado em agosto



MEU BAMBA
Samba Choro em parceria com Luís Peixoto
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento dos Diabos do Céu
Disco Victor 34.785-B, matriz S-052242
Gravado em 10 de junho de 1941 e lançado em agosto



NAMORADO CIUMENTO
Choro de Chiquinho Sales
Gravado por Dircinha Batista
Acompanhamento do Conjunto Odeon
Disco Odeon 12.141-B, matriz 6925
Gravado em 23 de fevereiro de 1942 e lançado em maio de 1942



A VIDA É ISTO
Choro
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 34.939-A, matriz S-052513
Gravado em 11 de maio de 1942 e lançado em julho



SALVE A BATUCADA
Samba em parceria com Buci Moreira e Carlos de Souza
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 34.939-B, matriz S-052514
Gravado em 11 de maio de 1942 e lançado em julho



MAU COSTUME
Samba em parceria com Buci Moreira e Carlos de Souza
Gravado por Linda Batista
Disco Victor 34.954-A, matriz S-052554
Gravado em 15 de junho de 1942 e lançado em agosto



MINHA JANGADA
Samba de Vicente Paiva e Chiquinho Sales
Gravado por Léo Albano
Acompanhamento de Vicente Paiva e Sua Orquestra
Disco Victor 80-0005-B, matriz S-052593
Gravado em 06 de agosto de 1942 e lançado em outubro de 1942



DA CENTRAL A BELÉM
Samba
Gravado por Linda Batista
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Regional
Disco Victor 80-0092-B, matriz S-052745-1
Gravado em 02 de abril de 1943 e lançado em julho



ORAÇÃO AO BONFIM
Samba de Vicente Paiva e Chiquinho Sales
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Fon Fon e Sua Orquestra
Disco Odeon 12.454-B, matriz 7547
Gravado em 24 de abril de 1944 e lançado em junho de 1944



TU
Valsa de Lincoln Ernesto e Chiquinho Sales
Gravada por Fernando Borel
Acompanhamento da Orquestra da Rádio Globo
Disco Continental 15.369-A, matriz 1167-1
Lançado em julho de 1945











Agradecimento ao Arquivo Nirez










sábado, 28 de setembro de 2019

DUQUE - 66 ANOS DE SAUDADE


DUQUE
Fon Fon, 1915.
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Há 66 anos falecia o bailarino e compositor DUQUE.

Antônio Lopes de Amorim Diniz nasceu em Salvador (BA), em 10 de janeiro de 1884. Também era teatrólogo, jornalista, compositor, letrista e dentista. Formou-se como dentista aos 20 anos de idade. Em 1906, passou a morar no Rio de Janeiro, frequentando a boemia carioca. Por um tempo, manteve um consultório na Rua Uruguaiana, atuando como dentista e dançarino em clubes noturnos. Em 1909, passou seu consultório a outro dentista, viajando para Paris como representante de um produto farmacêutico.

Em 1906, Duque estreou na peça Gaspar Cacete, de Eduardo garrido, sendo bastante elogiado. Depois, abandonaria o teatro, dedicando-se à dança. Destacou-se por criar sua própria coreografia para danças brasileiras, em especial o maxixe, empolgando a sociedade da época.

Estando em Paris, em 1909, abandonou a venda de produtos farmacêuticos passando a se exibir em salões e teatros dançando o maxixe. Nesse período, conheceu a atriz e dançarina Maria Lino, de grande sucesso no Rio de Janeiro, passando a formar com ela uma dupla de dança, fazendo bastante êxito em Paris. Eles conquistariam, em 1913, o primeiro prêmio em um concurso de dança que a Elegant Welte organizou no Admirals Palace, em Berlim. Em maio de 1913, estava com a dançarina Arlette Dorgère, mesmo ainda atuando ao lado de Maria Lino. Ainda em 1913, inaugurou o Dancing Palace, no Luna Park, ao lado de uma outra parceira, a dançarina francesa Gaby, sendo acompanhados pela Orquestra des Hawaiens.



DUQUE e GABY,
na década de 1910.
O Cruzeiro, 1932
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Duque sentia falta da ginga brasileira em suas danças, escrevendo ao maestro Nicolino Milano, quando este se encontrava em Lisboa. Milano, passou a atuar à frente da orquestra, sacudindo o público com maxixes brasileiros como o Vem Cá, Mulata (criação de Maria Lino, no Brasil), de Arquimedes de Oliveira e Bastos Tigre.

Duque foi o responsável em transformar o maxixe e outras danças, consideradas no Brasil como vulgares, em ritmos elegantes, apreciadas pela alta sociedade. Ainda em Paris, abriu uma escola de danças, fazendo apresentações em Londres, Inglaterra e Nova York. Retornou ao Brasil em 1915, ao lado de Gaby, onde fundou uma academia de danças. Em 1916, excursionaram pela Argentina, recebendo o convite para inaugurar o Teatro Florida em Buenos Aires.


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Jornal de Theatro & Sport, 1915
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Fon Fon, 1915
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Jornal de Theatro & Sport, 1915
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Fon Fon, 1915
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Fon Fon, 1915
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No cinema, participou em 1917 do filme seriado Fuerza y Nobleza, e ao lado de Gaby atuou como protagonista em Entre a Arte e o Amor, de 1918.

Em 1921, estava em Paris para participar de um campeonato de danças modernas. Em 1922, já novamente no Brasil, apresentou-se no elegante cabaré carioca Assírio, sendo acompanhado pelo célebre conjunto Os Outo Batutas, liderado por Pixinguinha. Ao lado de Arnaldo Guinle, promoveu a ida do conjunto à França, para divulgar o samba e outros ritmos brasileiros aos franceses.



DUQUE E GAY REGRESSAM DO PRATA
Diversos aspectos da Valse du Basier que tão ruidoso sucesso obteve na Republica Argentina e no Uruguay, durante a tournée dos dois dansarinos (sic).
Fon Fon, 1915











Fon Fon, 1916
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Fon Fon, 1916
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Uma vez fixado no Brasil, Duque passou a se dedicar ao jornalismo, como cronista teatral.

Em 1926, ao lado do maestro Sebastião Cirino, compôs o maxixe Cristo Nasceu na Bahia, que foi lançado na revista Tudo Preto pela atriz Dalva Espíndola, irmã de Aracy Côrtes. A revista era da autoria de De Chocolat, fazendo parte do repertório da Companhia Negra de Revistas, com Pixinguinha como maestro. O maxixe foi um grande sucesso, sendo gravado ainda em 1926 por Arthur Castro e coro, e ainda recebendo uma gravação instrumental pela American Jazz Band Sílvio de Souza, fazendo muito sucesso no Carnaval.

Pioneiro, Duque foi o compositor que teve suas músicas gravadas no primeiro disco elétrico feito no Brasil, o Odeon 10.001, gravado por Francisco Alves e lançado em julho de 1927. No lado A, sua marcha Albertina, e no lado B, seu samba Passarinho do Má ilustravam o disco.

Seu pioneirismo também se estenderia à gravadora Brunswick, pois o primeiro disco desta empresa trazia no lado A (10.000-A) seu samba, ao lado de J. Thomaz, Sarambá, com letra em francês, gravado por J. Thomaz e lançado em dezembro de 1929.

Em 1932, nos escombros do incendiado Theatro São José, Duque inaugurou a Casa de Caboclo, um teatro exclusivamente dedicado ao folclore, à música popular e às coisas típicas regionais de nosso país. Na inauguração, estavam presentes como padrinhos, a poetisa Ana Amélia Queirós Carneiro de Mendonça e o poeta Olegário Mariano; Pixinguinha dirigiu um pequeno conjunto instrumental, e a dupla Jararaca e Ratinho era a atração do espetáculo. Na Casa de Cabolco passariam em início de carreira grandes artistas como Dercy Gonçalves, Dalva de Oliveira, Herivelto Martins, Alvarenga e Ranchinho (que Duque trouxe de São Paulo para atuar na casa), entre outros.

Teve algumas músicas gravadas no final dos anos 20, e algumas pontuais nos anos 30, 40 e 50.

Em 1939, Duque assumiu o posto de diretor do Cassino Atlântico, onde permaneceu até 1942, dedicando o resto de sua vida ao teatro.

Em 1950, foi candidato a vereador pelo Partido Republicano, não sendo eleito. Ainda foi professor do Conservatório Nacional de Teatro, do Serviço nacional de Teatro.


O Malho, 1950
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Duque Faleceu no Rio de Janeiro em 28 de setembro de 1953, aos 69 anos de idade.


DUQUE
O Cruzeiro, 1932
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Confiram suas composições gravadas entre 1926 e 1950, com algumas peças célebres de nosso cancioneiro.


CRISTO NASCEU NA BAHIA
Maxixe de Sebastião Cirino e Amorim Diniz (Duque)
Gravado por Arthur Castro
Acompanhamento do American Jazz Band Sílvio de Souza e Coro
Disco Odeon record 123.124
Lançado em 1926



ALBERTINA
Marcha de Antônio Amorim Diniz (Duque)
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American do Cassino Copacabana
Disco Odeon 10.001-A, matriz 1162
Lançado em julho de 1927



PASSARINHO DO MÁ
Samba de Antônio Amorim Diniz (Duque)
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American do Cassino Copacabana
Disco Odeon 10.001-B, matriz 1163
Lançado em julho de 1927



EU NÃO ERA ASSIM
Samba de Antônio Amorim Diniz (Duque)
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American do Cassino Copacabana
Disco Odeon 10.090-A, matriz 1411
Lançado em janeiro de 1928



GOSTO DE APANHÁ
Samba de Antônio Amorim Diniz (Duque)
Gravado por Pedro Celestino
Acompanhamento do Grupo Cassino Copacabana
Disco Odeon 10.095-A, matriz 1467
Lançado em fevereiro de 1928



VOU TE BUSCAR
Samba de Antônio Amorim Diniz (Duque)
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American do Cassino Copacabana
Disco Odeon 10.179-B, matriz 1642
Gravado em 29 de março de 1928 e lançado em junho de 1928



SARAMBÁ
Samba de J. Thomaz e Antônio Amorim Diniz (Duque)
Gravado por J. Thomaz
Acompanhamento da Orquestra Brunswick e Coro
Disco Brunswick 10.000-A, matriz 23
Lançado em dezembro de 1929



SÃO PAULO BANDEIRANTE
Marcha de Amorim Diniz (Duque) e Benedito Camargo
Gravada por Augusto Calheiros
Acompanhamento da Orquestra Odeon
Disco Odeon 11.284-A, matriz 5167
Gravado em 11 de outubro de 1935 e lançado em novembro de 1935



SARAMBÁ
Samba de Antônio Amorim Diniz (Duque) e J. Thomaz
Gravado pelos Anjos do Inferno
Disco Victor 80-0318-A, matriz S-078210-1
Gravado em 27 de junho de 1945 e lançado em setembro de 1945



MEU BARRACO
Samba Choro de Dilu Melo e Duque
Gravado por Carmen Costa
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 80-0403-B, matriz S-078444-1
Gravado em 15 de março de 1946 e lançado em maio de 1946



BAIÃO EM PARIS
Baião de Amorim Diniz (Duque) e Ronaldo Lupo
Gravado por Ronaldo Lupo
Acompanhamento de Orquestra
Disco Todamérica TA-5.040-A, matriz TA-81
Gravado em 04 de dezembro de 1950 e lançado em fevereiro de 1951











Agradecimento ao Arquivo Nirez










sexta-feira, 27 de setembro de 2019

FRANCISCO ALVES - GRAVAÇÕES ODEON 1950-1952 (PARTE I)


FRANCISCO ALVES
O Cruzeiro, 1952
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Há 67 anos, em 27 de setembro de 1952, falecia o cantor e compositor FRANCISCO ALVES, O Rei da Voz.

Francisco de Moraes Alves nasceu em 19 de agosto de 1898, no Rio de Janeiro, sendo filho de portugueses. Tinha um irmão, José, que possuía uma bela voz mas faleceu em 1918, vitimado pela Gripe Espanhola. Tinha também várias irmãs, entre as quais a famosa atriz de Teatro de Revista, Nair Alves.

Francisco Alves iniciou sua carreira no Teatro de Revista no final da década de 1910, seguindo os passos da irmã. Com uma bonita voz, gravou seus primeiros discos em outubro de 1919, na gravadora A Popular, registrando músicas de Sinhô (José Barbosa da Silva).

Gravando esporadicamente até 1924 e atuando no teatro musicado, Francisco Alves foi lapidando seu talento e voz. A partir de 1927 passou a gravar com regularidade, ainda no processo mecânico. Porém, nesse mesmo ano de 1927, ele seria o primeiro artista a gravar um disco elétrico no Brasil.

Sua carreira no disco, rádio e em shows só cresceu desde então. Na década de 1930, já consagrado como o maior cantor do Brasil, recebeu o título de Rei da Voz, que carregou até sua morte precoce.

Também excursionaria por países vizinhos, faria filmes, faria apresentações em cassinos e gravaria ao lado de outros grandes nomes como Aracy Côrtes, Mário Reis, Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, entre outros.

Teve um breve casamento em 1920, mas logo depois conheceu a atriz Célia Zenatti, muito famosa no teatro musicado, com quem passou a viver. Foram casados por vinte oito anos.

Francisco Alves faleceu em um acidente de carro, quando voltava de São Paulo, onde fez um show. Era dia 27 de setembro de 1952, na cidade de Pindamonhangaba (SP). Seu velório e enterro foram uns dos mais concorridos do Rio de Janeiro e do Brasil, igualando-se aos do presidente Getúlio Vargas (1954), da cantora Carmen Miranda (1955) e do piloto de corridas Ayrton Senna (1994).

Francisco Alves, mesmo com toda a falta de memória que nosso país apresenta para com seus ídolos do passado, continua vivo na memória de seus fãs, de variadas idades. Fãs se misturam com colecionadores e pesquisadores e contribuem para manter viva a história de um de nossos maiores intérpretes, criados de dezenas de clássicos de nosso cancioneiro.

Por muito tempo ainda, Francisco Alves, ou Chico Alves/Chico Viola, há de cantar e encantar a novas gerações!


FRANCISCO ALVES
O Cruzeiro, 1952
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Em sua homenagem, trago as últimas gravações que ele fez na gravadora Odeon, a partir de 1950. Dividirei em duas postagens, com vinte músicas em cada uma. Francisco Alves, mesmo com mais de duas décadas de carreira ainda conservava seu sucesso e lançava novos clássicos para deleite de seus fãs.




AQUARELA MINEIRA (I)
Samba de Ary Barroso
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.019-A, matriz 8695
Gravado em 01 de maio de 1950 e lançado em julho de 1950



AQUARELA MINEIRA (II)
Samba de Ary Barroso
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.019-B, matriz 8696
Gravado em 01 de maio de 1950 e lançado em julho de 1950



BOA NOITE AMOR
Valsa de José Maria de Abreu e Francisco Matoso
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.036-A, matriz 8731
Gravado em 18 de julho de 1950 e lançado em setembro de 1950



A ESTRADA DO BOSQUE
Fox de Nisa, Bixio e Rusconi, em versão de Humberto Teixeira e Haroldo Barbosa
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.036-B, matriz 8730
Gravado em 18 de julho de 1950 e lançado em setembro de 1950



DEUS LHE PAGUE
Samba de Polera, David Nasser e André Penazzi
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Seu Ritmo
Disco Odeon 13.055-A, matriz 8801
Gravado em 25 de setembro de 1950 e lançado em novembro de 1950



LILI
Samba de Haroldo Lobo e David Nasser
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Seu Ritmo
Disco Odeon 13.055-B, matriz 8802
Gravado em 25 de setembro de 1950 e lançado em novembro de 1950



HOLANDESA
Marcha de David Nasser e Haroldo Lobo
Gravada por Francisco Alves e Dalva de Oliveira
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.064-A, matriz 8836
Gravado em 24 de outubro de 1950 e lançado em dezembro de 1950



SE O DIVÓRCIO VIER
Samba de David Nasser e Haroldo Lobo
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.064-B, matriz 8825
Gravado em 16 de outubro de 1950 e lançado em dezembro de 1950



RETRATO DO VELHO
Marcha de Haroldo Lobo e Marino Pinto
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.078-A, matriz 8826
Gravado em 16 de outubro de 1950 e lançado em janeiro de 1951



LARGO DO ESTÁCIO
Samba de David Nasser, Haroldo Lobo e P. Fonseca Almeida
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.078-B, matriz 8824
Gravado em 16 de outubro de 1950 e lançado em janeiro de 1951



SAUDADE DO PASSADO
Samba de David Nasser e Francisco Alves
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.100-A, matriz 8900
Gravado em 29 de janeiro de 1951 e lançado em março de 1951



NÃO SEI
Canção de Francisco Alves e Orestes Barbosa
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.100-B, matriz 8901
Gravado em 29 de janeiro de 1951 e lançado em março de 1951



SÃO PAULO CORAÇÃO DO BRASIL
Samba de David Nasser e Francisco Alves
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.121-A, matriz 8942
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em maio de 1951



SEM PROTOCOLO
Samba de David Nasser e Francisco Alves
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.121-B, matriz 8940
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em maio de 1951



A VOZ DO VIOLÃO
Canção de Horácio de Campos e Francisco Alves
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.143-A, matriz 8943
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em julho de 1951



LUA NOVA (LUA BRANCA)
Canção de Francisco Alves e Luís Iglezias
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.143-B, matriz 8941
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em julho de 1951



ESTRANHA MELODIA
Bolero de Francisco Alves e David Nasser
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Sílvio Mazzuca e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.153-A, matriz 9012
Gravado em 16 de junho de 1951 e lançado em agosto de 1951



BAÍA DE GUANABARA
Samba de Joubert de Carvalho
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Sílvio Mazzuca e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.153-B, matriz 9013
Gravado em 16 de junho de 1951 e lançado em agosto de 1951



CONVITE AO SAMBA
Samba de Denis Brean e Osvaldo Guilherme
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.174-A, matriz 9034
Gravado em 25 de junho de 1951 e lançado em outubro de 1951



LONGA CAMINHADA
Samba de Fernando Lobo e Paulo Soledade
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.174-B, matriz 9035
Gravado em 25 de junho de 1951 e lançado em outubro de 1951











Agradecimento ao Arquivo Nirez










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