sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

EFEMÉRIDES DE 14 DE FEVEREIRO: CARMÉLIA ALVES, VIOLETA CAVALCANTI E JACOB DO BANDOLIM


A data de hoje, 14 de fevereiro, marca o nascimento ou falecimento dos seguintes artistas: CARMÉLIA ALVES, VIOLETA CAVALCANTI e JACOB DO BANDOLIM.



CARMÉLIA ALVES


CARMÉLIA ALVES
Carioca, 1948
http://memoria.bn.br

  
Carmélia Alves Curvello nasceu no Rio de Janeiro em 14 de fevereiro de 1923. Era filha de Adelina e Raimundo. Sua mãe era baiana e seu pai, cearense. Era a terceira filha do casal. Ainda pequenina, foi morar com a família em Areal, localidade de Petrópolis, onde se criou. Seu pai a embalava com canções nordestinas.

Aos 17 anos de idade, Carmélia voltou a morar no Rio de Janeiro para estudar, indo morar na casa de parentes. Interessada por música ficava encantada ao ouvir no rádio as músicas cantadas por Carmen Miranda, de quem se tornou fã. Incentivada por seu irmão, que achava que ela tinha uma bela voz, participou de diversos programas de calouros, sendo aprovada em todos, inclusive no de Ary Barroso, que era o mais exigente para com os aspirantes a cantores.

Sua carreira como cantora teve início em 1940, quando Barbosa Júnior a contratou para se apresentar, com cachê fixo, no programa Picolino, cantando músicas do repertório de Carmen Miranda. Em meados de 1940, participou do programa Casé, substituindo uma cantora. Ouvida por César Ladeira, diretor da Rádio Mayrink Veiga, foi contratada por ele, que buscava uma substituta para Carmen Miranda, que havia ido morar nos EUA.


CARMÉLIA ALVES
Fon Fon, 1941
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Na Mayrink Veiga, Carmélia Alves ganhou um programa semanal, ganhando 800 mil-réis por mês, uma ‘fortuna” para a época.

No ano seguinte, 1941, foi contratada como crooner do Copacabana Palace, ganhando 100 mil-réis por dia, apresentando-se no programa Ritmos da Panair, que era apresentado por Murilo Neri e transmitido por todo o Brasil pela Rádio Nacional.

Foi nesse ano de 1941 que ela foi considerada pela crítica especializada do Rio de Janeiro como a melhor crooner.

Também, nesse ano, conheceu no Copacabana Palace, José Andrade Nascimento Ramos, paulista de Franca, que se apresentava como Jimmy Lester, cantando músicas americanas. Ela e Jimmy se casaram em três meses.

Nos discos, participou do coro de alguns artistas, como na gravação da marcha Aurora, gravada por Joel & Gaúcho, e em várias gravações de Benedito Lacerda na RCA Victor, sempre no coro.

Seu primeiro disco foi gravado em 1943 pela Victor e ela teve que financiá-lo com 400 mil-réis de suas economias. Contou com a ajuda do amigo Benedito Lacerda, que a acompanhou, juntamente com os músicos de seu regional, sem que ninguém cobrasse nada. Vários artistas também participaram do coro, como Elizeth Cardoso, Cyro Monteiro e Nelson Gonçalves. De um lado, Carmélia registrou a batucada de Assis Valente, Quem dorme no ponto é chofer, e o samba Deixei de sofrer, de Horondino Silva e Popeye do Pandeiro.

Mesmo com o sucesso do disco, afastou-se um período de gravações, excursionando pelo Brasil com o marido, retornando ao Rio de Janeiro em 1948, retomando seu posto da Rádio Mayrink Veiga.

Voltou a gravar em 1949 pela Continental. No primeiro disco de seu retorno às gravações, trazia o samba Diga que sim, de Roberto Martins e Ari Monteiro.

Ao longo da década de 1950 continuou a ser uma das mais populares cantoras de nossa música, interpretando vários ritmos, entre eles o baião. Segundo o Dicionário Ricardo Cravo Albin da Música Popular Brasileira, “de 1950 a 1954, manteve-se na gravadora continental, na Rádio Nacional e no topo das paradas como Rainha do Baião”.


CARMÉLIA ALVES
Carioca, 1942
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Em 1940, no início de sua carreira, a revista Carioca publicou uma matéria sobre Carmélia Alves cujo título era Nasce uma Estrela. O artigo afirmava que a nova cantora era uma legítima representante do sambinha nacional, com uma voz tão agradável como a de Carmen Miranda, “com balagandãs e tudo...”. Falava de seu contrato com a Rádio nacional, PRE-8, e sobre seu início como artista. Ela respondeu: “Nasci em Bangú, mas torço pelo Flamengo. [...] Tive inicio no radio ha bem pouco tempo: em abril deste mesmo ano (1940, nota nossa). Antes cantava comigo mesma. Muita gente pensa para si mesma; eu pensava cantando... E continuo a pensar... Enfrentei pela primeira vez um microfone no tradicional ‘Picolino’, do querido ‘Brabosa’. Ele parece que me achou qualquer coisa digna de ser aproveitada – e eu continuei a cantar, de dia, aquí (sic), na PRE-8. Depois... [...] cantei no ‘Programa Casé’, e estive a pique de ir parar na Radio Mayrink Veiga. Todavia o contrato da Nacional chegou antes; e fiquei satisfeita, porque foi aqui que iniciei a minha carreira”.

Em 1942, em uma nova reportagem de Carioca, Carmélia Alves já era contratada da Rádio Mayrink Veiga.

Carmélia Alves continuou sua carreira, apresentando-se em shows, até pouco antes de falecer, no Rio de Janeiro, em 03 de novembro de 2012, aos 89 anos de idade.


DEIXEI DE SOFRER
Samba de Horondino Silva (Dino) e Popeye do Pandeiro
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Victor 80-0132-A, matriz S-052838-1
Gravado em 22 de setembro de 1943 e lançado em dezembro





QUEM DORME NO PONTO É CHOFER
Batucada de Assis Valente
Gravada por Carmélia Alves
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Victor 80-0132-B, matriz S-052839-1
Gravado em 22 de setembro de 1943 e lançado em dezembro





DIGA QUE SIM
Samba de Roberto Martins e Ari Monteiro
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Fats Elpídio e Seu Ritmo
Disco Continental 16.048-A, matriz 2066
Lançado em maio/junho de 1949





CORAÇÃO MAGOADO
Samba de Roberto Martins
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Severino Araújo e Sua Orquestra
Disco Continental 16.151-B, matriz 2224
Gravado em 21 de novembro de 1949 e lançado em janeiro de 1950






VOLTA
Samba de Roberto Martins e Lamartine Babo
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Severino Araújo e Sua Orquestra
Disco Continental 16.298-A, matriz 1410
Gravado em 1950 e lançado em setembro/outubro de 1950





O BAIÃO EM PARIS
Baião de Humberto Teixeira
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Vero e Seu Conjunto
Disco Continental 16.360-A, matriz 1545
Gravado em 29 de janeiro de 1951 e lançado em março/abril





ADEUS, ADEUS MORENA
Baião de Manezinho Araújo e Hervê Cordovil
Acompanhamento de Vero e Seu Conjunto
Disco Continental 16.360-B, matriz 2546
Gravado em 29 de janeiro de 1951 e lançado em março/abril



CABEÇA INCHADA
Baião de Hervê Cordovil
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Continental 16.378-A, matriz 2588
Gravado em 27 de março de 1951 e lançado em maio





EH BOI
Baião de Hervê Cordovil
Gravado por Carmélia Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Continental 16.378-B, matriz 2589
Gravado em 27 de março de 1951 e lançado em maio





ESTA NOITE SERENOU
Toada Baião de Hervê Cordovil
Gravada por Carmélia Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Continental 16.453-A, matriz 2669
Gravado em 1951 e lançado em outubro/dezembro






VIOLETA CAVALCANTI


VIOLETA CAVALCANTI
“Violeta Cavalcanti é um nome que cada vez mais se firma na simpatia dos ouvintes brasileiros. E trata-se, sem dúvida, de uma vitória merecida. A jovem artista da Rádio Nacional possue uma voz agradavel, animando, com muita graça, as melodias do nosso cancioneiro popular”
A Noite Illustrada, 18 de maio de 1943
Arquivo Nirez


Violeta Cavalcanti nasceu em Manaus (AM), em 01 de 07 de 1923.

Passou a morar no Rio de Janeiro com sua família aos 09 anos de idade. Quando estudava na Escola Paraná, no bairro carioca de Madureira, conheceu Villa-Lobos e passou a integrar o Conjunto Orfeônico Infantil. Ela tinha 10 anos de idade e apresentou-se no Theatro Municipal com o coral das escolas públicas do Rio de Janeiro, como solista no Canto do Pajé.

Em 1940, participou do programa de calouros de Ary Barroso, cantando do repertório de Carmen Miranda (de quem era fã), O Samba e o Tango, conseguindo o primeiro lugar. Ary Barroso, diante do talento da garota, afirmou: “Ganhou, mas não leva. Você já é herdeira de Carmen Miranda, portanto, profissional, e o prêmio é para calouros”. Foi difícil convencer Ary Barroso que era a primeira vez que ela se apresentava no rádio. Com a ida de Carmen Miranda para os EUA, em 1939, o início de sua carreira foi favorecido, pois passou a cantar os sucessos da Pequena Notável. Trabalhou nas rádios Tupi, Educadora e Ipanema. Nessa última, assinou seu primeiro contrato, onde se consagrou principalmente pela interpretação original de Camisa Listrada, sucesso de Carmen Miranda, e de autoria de Assis Valente, segundo o Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.


VIOLETA CAVALCANTI
“Violeta Cavalcanti começou modestamente sua carreira radiofônica e se foi impondo, aos poucos, pelo seu proprio valor. Hoje, é um dos cartazes novos de mais prestigio e foi isso que lhe deu ingresso no ‘cast’ da Radio Nacional”
A Noite Illustrada, 06 de janeiro de 1942
Arquivo Nirez


Violeta Cavalcanti gravou seu primeiro disco em 1940, pela Victor, com as marchas Vou sair de Pai João, de J. Cascata e Leonel Azevedo, e Pulo do Gato, de J. Cascata e Correia da Silva. Nessa gravadora ficaria até 1941, gravando nove músicas. Entre 1945 e 1946, gravaria oito músicas pela Continental. Nos anos 50 gravaria na Odeon, Sinter, Star e Capitol.
Em 1957 abandonou sua carreira artística para se casar, mas a retomaria vinte anos depois, incentivada por Paulinho da Viola.

A partir de 1988 passou a integrar o grupo vocal As Cantoras do Rádio, ao lado de Nora Ney, Rosita Gonzales, Zezé Gonzaga, Ellen de Lima, Carmélia Alves e Ademilde Fonseca.

Ainda em 2001, ao lado de Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas e Ellen de Lima, estreou o show As Cantoras do Rádio: Estão Voltando as Flores, com roteiro e direção de Ricardo Cravo Albin, no Teatro-Café Arena, em Copacabana.


VIOLETA CAVALCANTI
“Violeta Cavalcante ‘cantora da terra das iaras’, que há cerca de um ano vem atuando com sucesso na Rádio Nacional”
A Noite Illustrada, 30 de junho de 1942
Arquivo Nirez
 Violeta Cavalcanti faleceu no Rio de Janeiro em 14 de fevereiro de 2014, aos 90 anos de idade.

VOU SAIR DE PAI JOÃO
Marcha de J. Cascata e Leonel Azevedo
Gravada por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 34.562-A, matriz 33284-1
Gravado em 21 de novembro de 1939 e lançado em janeiro de 1940



PULO DO GATO
Marcha de J. Cascata e Correia da Silva
Gravada por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 34.562-B, matriz 33285-1
Gravado em 21 de novembro de 1939 e lançado em janeiro de 1940



VOCÊ NÃO NEGA QUE É PALHAÇO
Frevo Canção de Nelson Ferreira
Gravado por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 34.714-B, matriz 52092
Gravado em 26 de dezembro de 1940 e lançado em fevereiro de 1941



MEU DINHEIRO TEM
Batucada de Germano Augusto e Zé Pretinho
Gravada por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 34.795-A, matriz S-052263
Gravado em 10 de julho de 1941 e lançado em setembro



PAPAI NÃO VAI
Samba de Ataulfo Alves e Wilson Batista
Gravado por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Regional
Disco Victor 34.795-B, matriz S-052264
Gravado em 10 de julho de 1941 e lançado em setembro



VOVÔ, VOVÓ, EU E VOCÊ
Valsa Frevo de Nelson Ferreira
Gravada por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Passos e Sua Orquestra
Disco Victor 34.869-B, matriz S-052441
Gravado em 03 de dezembro de 1941 e lançado em janeiro de 1942



AUMENTO DE SALÁRIO
Samba de Ernâni Alvarenga e Paquito
Gravado por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Conjunto
Disco Continental 15.233-A, matriz 932-1
Lançado em janeiro de 1945



CHEQUE À GRANEL
Marcha de Ernâni Alvarenga, Paquito e Antenor Gargalhada
Gravado por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Conjunto
Disco Continental 15.233-B, matriz 933-1
Lançado em janeiro de 1945



QUEM MANDOU TELEFONAR
Samba de Romeu Gentil e Elpídio Viana
Gravado por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Continental 15.350-A, matriz 1122-1
Gravado em 22 de maio de 1945 e lançado em junho



LEILÃO DA BAIANA
Samba de Max Bulhões e Gustavo de Oliveira
Gravado por Violeta Cavalcanti
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Continental 15.350-B, matriz 1121-1
Gravado em 23 de maio de 1945 e lançado em junho






JACOB DO BANDOLIM


JACOB DO BANDOLIM (JACOB BITTENCOURT)
Fon Fon, 1940.
http://memoria.bn.br


Jacob Pick Bittencourt nasceu em 14 de fevereiro de 1918, no Rio de Janeiro, no bairro carioca de Laranjeiras. Era filho único do farmacêutico Francisco Gomes Bittencourt, que nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, e de Rackel Pick, de nacionalidade russa ou polaca, com ascendência judaica.

Nos primeiros anos da década de 1930, fez algumas apresentações amadoras em programas de rádio. Em 1934 veio sua grande chance, quando o flautista Benedito Lacerda lhe convidou a participar do Programa dos Novos – Grande Concurso dos Novos Artistas, da Rádio Guanabara. Jacob solou o choro Segura Ele, de Pixinguinha, sendo acompanhado pelos violonistas Lentine e Luís Bittencourt, com Canhoto ao cavaquinho e Russo no pandeiro. Eratóstenes Frazão o apresentou como Jacob e Sua Gente. O conjunto recebeu nota máxima do júri formado por Orestes Barbosa, Francisco Alves, Benedito Lacerda, Cristóvão de Alencar e Frazão, conquistando o primeiro lugar e ultrapassando 27 concorrentes.

Em 1936, quando tocava na Rádio Guanabara, apresentou a estreante Elizeth Cardoso. Tocou em várias rádios: Rádio Educadora, Mayrink Veiga, Transmissora, Rádio Clube do Brasil, Cajuti, Fluminense e Rádio Ipanema (posterior Rádio Mauá).

Começou a participar de gravações em 1942, quando abriu com seu bandolim a gravação do célebre samba Ai que saudades da Amélia, de Ataulfo Alves e Mário Lago, gravado por Ataulfo Alves. Em 1947 participou da gravação de Marina, de Dorival Caymmi, feita por Nelson Gonçalves na RCA Victor.

Sua primeira gravação em solo de bandolim se deu em 1947, pela gravadora Continental, quando ele registrou o choro de sua autoria, Treme Treme, e a valsa Glória, de Bonfíglio de Oliveira. Ainda em 1947, gravou a valsa Salões Imperiais, de sua autoria, e o choro de Bonfíglio de Oliveira, Flamengo. Em 1948 gravaria o célebre choro Flor Amorosa, de Joaquim Callado. O sucesso de suas gravações fez ressurgir o interesse pelo bandolim, estimulando solistas do instrumento.

Em 1949, transferiu-se para a RCA Victor, onde ficou até o fim de sua vida. Nessa gravadora, estreou com o tango de Eduardo Souto, O Despertar da Montanha, e o choro Língua de Preto, de Honorino Lopes. Em 1951, gravaria o célebre choro Doce de Coco, de sua autoria.

Em seus discos 78 rpm era apresentado como Jacob Bittencourt, quando autor das músicas, ou como Jacob ao Bandolim, quando intérprete.

Em 1940, casou-se com Adylia Freitas, tendo dois filhos: Helena e Sérgio Bittencourt. Sérgio o homenagearia com o samba póstumo Naquela Mesa, sucesso na voz de Elizeth Cardoso.


Fon Fon, 1940.
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Jacob Bittencourt, ou Jacob do Bandolim, faleceu no Rio de Janeiro em 13 de agosto de 1969.



TREME TREME
Choro de Jacob Bittencourt
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de César e Seu Conjunto
Disco Continental 15.825-A, matriz 1693-2
Gravado em 09 de julho de 1947 e lançado em agosto/outubro de 1947



GLÓRIA
Valsa de Bonfiglio de Oliveira
Gravada por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de César e Seu Conjunto
Disco Continental 15.825-B, matriz 1686-1
Gravado em 09 de julho de 1947 e lançado em agosto/outubro de 1947



SALÕES IMPERIAIS
Valsa de Jacob Bittencourt
Gravada por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de César e Seu Conjunto
Disco Continental 15.872-A, matriz 1687-1
Gravado em 23 de junho de 1947 e lançado em março de 1948



FLAMENGO
Choro de Bonfiglio de Oliveira
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de César e Seu Conjunto
Disco Continental 15.872-B, matriz 1694-1
Gravado em 23 de junho de 1947 e lançado em março de 1948


FLOR AMOROSA
Choro de Joaquim Antônio da Silva Calado
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de Conjunto Regional
Disco Continental 16.011-B, matriz 1945
Gravado em setembro de 1948 e lançado em março/abril de 1949



DESPERTAR DA MONTANHA
Tango de Eduardo Souto
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de Regional
Disco RCA Victor 80-0602-A, matriz S-078881-1
Gravado em 12 de maio de 1949 e lançado em julho de 1949



LÍNGUA DE PRETO
Choro de Honorino Lopes
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de Regional
Disco RCA Victor 80-0602-B, matriz S-078882-1
Gravado em 12 de maio de 1949 e lançado em julho de 1949



FLOR DO ABACATE
Choro de Álvaro Sandim (Santini)
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de Conjunto
Disco RCA Victor 80-0623-A, matriz S-078883-1
Gravado em 12 de maio de 1949 e lançado em outubro de 1949


DOCE DE COCO
Choro de Jacob Bittencourt
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de Conjunto
Disco RCA Victor 80-0745-B, matriz 092813
Gravado em 18 de dezembro de 1950 e lançado em março de 1951



LAMENTOS
Choro de Pixinguinha
Gravado por Jacob ao Bandolim
Acompanhamento de Conjunto
Disco RCA Victor 80-0767-A, matriz 092905
Gravado em 14 de março de 1951 e lançado em junho de 1951












Agradecimento ao Arquivo Nirez










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