sexta-feira, 27 de setembro de 2019

FRANCISCO ALVES - GRAVAÇÕES ODEON 1950-1952 (PARTE I)


FRANCISCO ALVES
O Cruzeiro, 1952
http://memoria.bn.br



Há 67 anos, em 27 de setembro de 1952, falecia o cantor e compositor FRANCISCO ALVES, O Rei da Voz.

Francisco de Moraes Alves nasceu em 19 de agosto de 1898, no Rio de Janeiro, sendo filho de portugueses. Tinha um irmão, José, que possuía uma bela voz mas faleceu em 1918, vitimado pela Gripe Espanhola. Tinha também várias irmãs, entre as quais a famosa atriz de Teatro de Revista, Nair Alves.

Francisco Alves iniciou sua carreira no Teatro de Revista no final da década de 1910, seguindo os passos da irmã. Com uma bonita voz, gravou seus primeiros discos em outubro de 1919, na gravadora A Popular, registrando músicas de Sinhô (José Barbosa da Silva).

Gravando esporadicamente até 1924 e atuando no teatro musicado, Francisco Alves foi lapidando seu talento e voz. A partir de 1927 passou a gravar com regularidade, ainda no processo mecânico. Porém, nesse mesmo ano de 1927, ele seria o primeiro artista a gravar um disco elétrico no Brasil.

Sua carreira no disco, rádio e em shows só cresceu desde então. Na década de 1930, já consagrado como o maior cantor do Brasil, recebeu o título de Rei da Voz, que carregou até sua morte precoce.

Também excursionaria por países vizinhos, faria filmes, faria apresentações em cassinos e gravaria ao lado de outros grandes nomes como Aracy Côrtes, Mário Reis, Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, entre outros.

Teve um breve casamento em 1920, mas logo depois conheceu a atriz Célia Zenatti, muito famosa no teatro musicado, com quem passou a viver. Foram casados por vinte oito anos.

Francisco Alves faleceu em um acidente de carro, quando voltava de São Paulo, onde fez um show. Era dia 27 de setembro de 1952, na cidade de Pindamonhangaba (SP). Seu velório e enterro foram uns dos mais concorridos do Rio de Janeiro e do Brasil, igualando-se aos do presidente Getúlio Vargas (1954), da cantora Carmen Miranda (1955) e do piloto de corridas Ayrton Senna (1994).

Francisco Alves, mesmo com toda a falta de memória que nosso país apresenta para com seus ídolos do passado, continua vivo na memória de seus fãs, de variadas idades. Fãs se misturam com colecionadores e pesquisadores e contribuem para manter viva a história de um de nossos maiores intérpretes, criados de dezenas de clássicos de nosso cancioneiro.

Por muito tempo ainda, Francisco Alves, ou Chico Alves/Chico Viola, há de cantar e encantar a novas gerações!


FRANCISCO ALVES
O Cruzeiro, 1952
http://memoria.bn.br



Em sua homenagem, trago as últimas gravações que ele fez na gravadora Odeon, a partir de 1950. Dividirei em duas postagens, com vinte músicas em cada uma. Francisco Alves, mesmo com mais de duas décadas de carreira ainda conservava seu sucesso e lançava novos clássicos para deleite de seus fãs.




AQUARELA MINEIRA (I)
Samba de Ary Barroso
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.019-A, matriz 8695
Gravado em 01 de maio de 1950 e lançado em julho de 1950



AQUARELA MINEIRA (II)
Samba de Ary Barroso
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.019-B, matriz 8696
Gravado em 01 de maio de 1950 e lançado em julho de 1950



BOA NOITE AMOR
Valsa de José Maria de Abreu e Francisco Matoso
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.036-A, matriz 8731
Gravado em 18 de julho de 1950 e lançado em setembro de 1950



A ESTRADA DO BOSQUE
Fox de Nisa, Bixio e Rusconi, em versão de Humberto Teixeira e Haroldo Barbosa
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.036-B, matriz 8730
Gravado em 18 de julho de 1950 e lançado em setembro de 1950



DEUS LHE PAGUE
Samba de Polera, David Nasser e André Penazzi
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Seu Ritmo
Disco Odeon 13.055-A, matriz 8801
Gravado em 25 de setembro de 1950 e lançado em novembro de 1950



LILI
Samba de Haroldo Lobo e David Nasser
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Osvaldo Borba e Seu Ritmo
Disco Odeon 13.055-B, matriz 8802
Gravado em 25 de setembro de 1950 e lançado em novembro de 1950



HOLANDESA
Marcha de David Nasser e Haroldo Lobo
Gravada por Francisco Alves e Dalva de Oliveira
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.064-A, matriz 8836
Gravado em 24 de outubro de 1950 e lançado em dezembro de 1950



SE O DIVÓRCIO VIER
Samba de David Nasser e Haroldo Lobo
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.064-B, matriz 8825
Gravado em 16 de outubro de 1950 e lançado em dezembro de 1950



RETRATO DO VELHO
Marcha de Haroldo Lobo e Marino Pinto
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.078-A, matriz 8826
Gravado em 16 de outubro de 1950 e lançado em janeiro de 1951



LARGO DO ESTÁCIO
Samba de David Nasser, Haroldo Lobo e P. Fonseca Almeida
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.078-B, matriz 8824
Gravado em 16 de outubro de 1950 e lançado em janeiro de 1951



SAUDADE DO PASSADO
Samba de David Nasser e Francisco Alves
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.100-A, matriz 8900
Gravado em 29 de janeiro de 1951 e lançado em março de 1951



NÃO SEI
Canção de Francisco Alves e Orestes Barbosa
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.100-B, matriz 8901
Gravado em 29 de janeiro de 1951 e lançado em março de 1951



SÃO PAULO CORAÇÃO DO BRASIL
Samba de David Nasser e Francisco Alves
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.121-A, matriz 8942
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em maio de 1951



SEM PROTOCOLO
Samba de David Nasser e Francisco Alves
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.121-B, matriz 8940
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em maio de 1951



A VOZ DO VIOLÃO
Canção de Horácio de Campos e Francisco Alves
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.143-A, matriz 8943
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em julho de 1951



LUA NOVA (LUA BRANCA)
Canção de Francisco Alves e Luís Iglezias
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.143-B, matriz 8941
Gravado em 05 de abril de 1951 e lançado em julho de 1951



ESTRANHA MELODIA
Bolero de Francisco Alves e David Nasser
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Sílvio Mazzuca e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.153-A, matriz 9012
Gravado em 16 de junho de 1951 e lançado em agosto de 1951



BAÍA DE GUANABARA
Samba de Joubert de Carvalho
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Sílvio Mazzuca e Sua Orquestra
Disco Odeon 13.153-B, matriz 9013
Gravado em 16 de junho de 1951 e lançado em agosto de 1951



CONVITE AO SAMBA
Samba de Denis Brean e Osvaldo Guilherme
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.174-A, matriz 9034
Gravado em 25 de junho de 1951 e lançado em outubro de 1951



LONGA CAMINHADA
Samba de Fernando Lobo e Paulo Soledade
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.174-B, matriz 9035
Gravado em 25 de junho de 1951 e lançado em outubro de 1951











Agradecimento ao Arquivo Nirez










quinta-feira, 26 de setembro de 2019

CRISTINA MARISTANY - O ROUXINOL DO BRASIL

CHRISTINA MARISTANY
A Cigarra, 1942.
http://memoria.bn.br


Hoje relembraremos uma grande cantora lírica e compositora chamada CRISTINA MARISTANY.


Christina Navarro de Andrade Costa nasceu no Porto (Portugal), em 11 de agosto de 1906. Veio ao Brasil com poucos meses de vida, indo morar no Rio de Janeiro. Estudou piano e canto, tendo aulas com grandes nomes como Cândida Kendall e Madame Poukine, na Europa.

Com o nome artístico de Christina Costa, ela gravou seu primeiro disco pela Odeon em 1930, registrando a canção Saudade Sombria, de Bento Mossurunga e Silveira Neto e a valsa Solidão, de Eduardo Souto e Oswaldo Santiago, sendo acompanhada pela Orquestra Guanabara.


 

Phono-Arte, 30 de dezembro de 1930, nº 49.
Arquivo Nirez


Escelsior, 1930.
http://memoria.bn.br


Correio Paulistano, 16 de março de 1930.
(imagem editada)
http://memoria.bn.br


O Paiz, 06 de abril de 1930, p. 08.
http://memoria.bn.br

Nesse mesmo ano de 1930, com a mesma orquestra e na mesma gravadora, lançaria o samba canção Violinha, de Henrique Vogeler, a valsa Glorificação, de Pery Pirajá e Oswaldo Santiago e o samba canção O Sorrir Brasileiro, de Henrique Vogeler. O disco Violinha/Glorificação seria saudade pela revista O Malho como o melhor de Christina Costa.


 

O Malho, 1930.
http://memoria.bn.br


Ainda em 1930, ela se transferia para a gravadora Brunswick, onde gravou com a Orquestra Brunswick, sob a direção de Henrique Vogeler, a canção Passarinho Cantador, de Henrique Vogeler e Iveta Ribeiro, e o samba Pálida Recordação, de Henrique Vogeler e Josué de Barros.

Enquanto gravava seus primeiros discos, também atuava no rádio.


Correio da Manhã, 27 de fevereiro de 1930, p.11.
http://memoria.bn.br

Ao se casar com o jornalista paulista Breno Maristany, passou a assinar artisticamente como Christina Maristany.

Passou por várias gravadoras, estando em 1935 na Columbia, onde gravou as serenatas Estrellita, de Ponce, e El clavelito em tus lindos cabelos, de Francisco Mignone.


Fon Fon, 1934.
http://memoria.bn.br

Fon Fon, 1935.
http://memoria.bn.br


O Malho, 1935.
http://memoria.bn.br


Carioca, 1935.
Arquivo Nirez

Carioca, 1935.
Arquivo Nirez


O Cruzeiro, 1935.
http://memoria.bn.br

Em 1937, Christina Maristany viajou para a Argentina, onde se apresentou com sucesso por dois meses na Rádio Splendid. Logo depois, por conta própria, viajou para a Europa, permanecendo por dois anos. Só retornou ao Brasil por ocasião do início da Segunda Guerra Mundial. Na Europa, ela se apresentou em cidades como Berlim, Londres, Paris, Haia e Hamburgo, entre outras. Nessa época, era solista da Orquestra Sinfônica de Paris. Os críticos alemães a chamavam de Rouxinol do Brasil e a consideravam uma das melhores intérpretes de Mozart. Em Paris, também se apresentou acompanhada de Camargo Guarnieri e fez apresentações na célebre Sala Chopin.


Carioca, 1937
(Arquivo Nirez)










O Cruzeiro, 1936/1937.











Carioca, 1939.






Cinearte, 1938.
http://www.bjksdigital.museusegall.org.br/


Fon Fon, 1938.
http://memoria.bn.br


Fon Fon, 1938.
http://memoria.bn.br


O Malho 1939.








 Novamente no Brasil, Christina Maristany gravou, em 1940 pela Victor, as canções Canção Negra, de Clustan e Francisco Galvão, e Gaita, de Radamés Gnattali e Augusto Meyer. Ainda em 1940 a Rádio Tupi a contratou, tendo ela permanecido na estação por dezesseis anos. Em 1943, ela gravou uma série de três discos para o acervo histórico-fonográfico da Discoteca Pública Municipal de São Paulo, com as Treze canções de Amor, de Camargo Guarnieri, que a acompanhou ao piano.


Cinearte, 1941.
http://www.bjksdigital.museusegall.org.br/


Fon Fon, 1939.
http://memoria.bn.br


Carioca, 1940.
http://memoria.bn.br


Carioca, 1940.
http://memoria.bn.br


Fon Fon, 1941.
http://memoria.bn.br

Fon Fon, 1941.
http://memoria.bn.br


Fon Fon, 1941.
http://memoria.bn.br


Fon Fon, 1944.
http://memoria.bn.br

 
Pela Continental, em 1949, ela gravou as canções Canto de Negros, Assombração, Toada número 3, e Refrão do mutum, de autores desconhecidos, sendo acompanhada por Francisco Mignone ao piano. Nesse período, participou várias vezes de programas de rádio, em especial os do radialista Renato Murce, que muito a admirava.

Christina Maristany voltou a cantar na Europa em 1950, apresentando-se em Paris e Roma. Em 1952, voltando à gravadora Odeon, gravou as canções Prenda Minha e Casinha Pequenina, de motivo popular.

Em 1953, ela foi uma das fundadoras da Academia de Música Lorenzo Fernandes.

Também era professora de canto.

Gravou mais discos ao longo da década de 1950, sendo os últimos registrados (em 78 rpm) em 1956, pela Odeon, com as modinhas Tormentos que eu Padeço e Foi numa Noite Calmosa, ambas harmonizadas por Batista Siqueira. Ela gravaria ainda em 1964.

Em 1966, ela recebeu da Academia Brasileira de Música a medalha Carlos Gomes.

Além de gravar no Brasil, Christina Maristany também gravou em Paris, Berlim e em Buenos Aires, sendo considerada por muitos como a maior intérprete de Villa-Lobos, sendo também a mais importante cantora brasileira de música de câmara.

Sobre ela, Villa-Lobos afirmou: “o seu cantar penetra no ambiente de cada canção com rara autenticidade. Intérprete fiel de todos os autores, reunindo ao apuro técnico uma espontânea e surpreendente musicalidade”.

Christina Maristany faleceu em Rio Claro (SP, terra natal da cantora Dalva de Oliveira) em 27 de setembro de 1966, aos 60 anos de idade, recém completados.


Diário de Noticias, 29 de setembro de 1966.
http://memoria.bn.br


Diário de Noticias, 30 de setembro de 1966, p. 02.
http://memoria.bn.br

Diário de Noticias, 01 de outubro de 1966, p. 04.
http://memoria.bn.br


 Em 2002, o selo Revivendo, de Leon Barg em Curitiba, lançou o CD Quem Sabe?, trazendo várias gravações de Christina Maristany, entre elas, a música que dava título ao disco, da autoria de Carlos Gomes e Bittencourt Sampaio.


CHRISTINA COSTA MARISTANY
"Á Phono-Arte com muita sympathia e admiração
Cristina Costa Maristany"
Arquivo Nirez


Em homenagem a essa grande artista de nossa música, trago 35 de suas gravações. São registros feitos entre 1930 e 1956, onde ela interpreta, além de alguns poemas seus, músicas de autores consagrados como Henrique Vogeler, Bento Mossurunga, Carlos Gomes, Francisco Mignone, Carlos Drumond de Andrade e Chopin.







SAUDADE SOMBRIA
Canção de Bento Mossurunga e Silveira Neto
Gravada por Christina Maristany
Disco Odeon 10.544-A, matriz 3186
Lançado em janeiro de 1930



SOLIDÃO
Valsa de Eduardo Souto e Osvaldo Santiago
Gravada por Christina Maristany
Disco Odeon 10.544-B, matriz 3187
Lançado em janeiro de 1930



VIOLINHA
Samba canção de Henrique Vogeler
Gravado por Christina Maristany
Acompanhamento da Orquestra Guanabara
Disco Odeon 10.574-A, matriz 3264-1
Lançado em março de 1930



GLORIFICAÇÃO
Valsa de Henrique Vogeler
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento da Orquestra Guanabara
Disco Odeon 10.574-B, matriz 3265-1
Lançado em março de 1930


PASSARINHO CANTADOR
Canção de Henrique Vogeler e Iveta Ribeiro
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento da Orquestra Brunswick
Disco Brunswick 10.121-A
Lançado em dezembro de 1930



PÁLIDA CANÇÃO
Samba de Henrique Vogeler e Josué de Barros
Gravado por Christina Maristany
Acompanhamento da Orquestra Brunswick
Disco Brunswick 10.121-B
Lançado em dezembro de 1930



O SORRIR BRASILEIRO
Samba canção de Henrique Vogeler
Gravado por Christina Maristany
Disco Odeon 10.612-A, matriz 3516
Lançado em junho de 1930



ESTRELLITA
Serenata Mexicana de M. Ponce
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Orquestra de Concertos
Disco Columbia 8.144-B, matriz 1037-1
Lançado em 1935



EL CLAVELITO EN TUS LINDOS CABELLOS
De Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Orquestra de Concertos
Disco Columbia 8.144-B, matriz 1089-2
Lançado em 1935



VARIAÇÕES SOBRE O TEMA LUAR DO SERTÃO
De João Pernambuco e Catullo da Paixão Cearense
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Orquestra, sob a direção de Francisco Mignone
Disco Odeon X-3.234-A, matriz 5611
Gravado em 25 de junho de 1937 e lançado em 1937



TUAS MÃOS
De Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Orquestra, sob a direção de Francisco Mignone
Disco Odeon X-3.234-B, matriz 5612
Gravado em 25 de junho de 1937 e lançado em 1937



EL CLAVELITO EN TUS LINDOS CABELLOS
De Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Francisco Mignone ao Piano
Disco Polydor 47.229-A, matriz 7318
Gravado e lançado em 1938



BELA GRANADA
De Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Francisco Mignone ao Piano
Disco Polydor 47.229-B, matriz 7815
Gravado e lançado em 1938



QUEM SABE?
Canção de Carlos Gomes e F. V. Bittencourt Sampaio
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Gerhard Puchelt ao Piano
Disco Polydor 47.231-A, matriz 3436
Gravado e lançado em 1938



A CASINHA PEQUENINA
Cançoneta Popular
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Gerhard Puchelt ao Piano
Disco Polydor 47.231-B, matriz 3435
Gravado e lançado em 1938



CANÇÃO NEGRA
Canção de Clutsan e Francisco Galvão
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 34.687-A, matriz 52011-1
Gravado em 30 de setembro de 1940 e lançado em dezembro de 1940



GAITA
Canção de Radamés Gnattali e Augusto Meyer
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Orquestra
Disco Victor 34.687-B, matriz 52012-1
Gravado em 30 de setembro de 1940 e lançado em dezembro de 1940



QUEM SABE?
Modinha de Carlos Gomes e F. V. Bittencourt Sampaio
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Quarteto de Cordas, sob a direção de Francisco Mignone
Disco Odeon A-3.273-A, matriz 6824
Gravado em 29 de outubro de 1941 e lançado em 1941



QUANDO UMA FLOR DESABROCHA
Toada de Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Quarteto de Cordas, sob a direção de Francisco Mignone
Disco Odeon A-3.273-B, matriz 6825
Gravado em 29 de outubro de 1941 e lançado em 1941



SOU TÃO FELIZ
Valsa de Carlos Helm e Ariovaldo Pires (Capitão Furtado)
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Milton Calazans e Sua Orquestra
Disco Odeon X-3.283-A, matriz 7374
Gravado em setembro de 1943 e lançado em 1943



POEMA
Canção de Zdenko Fibich e Ariovaldo Pires
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Milton Calazans e Sua Orquestra
Disco Odeon X-3.283-B, matriz 7373
Gravado em setembro de 1943 e lançado em 1943



CANTO DE NEGROS / ASSOMBRAÇÃO
Canções de Sybica e Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Francisco Mignone ao Piano
Disco Continental 20.037-A, matriz 1911-1
Gravado em julho de 1948 e lançado em março/abril de 1949



TOADA Nº 3 / O REFRAN DO MUTUM
Canções de Carlos Drumond de Andrade e Frutuoso Viana
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento de Francisco Mignone ao Piano
Disco Continental 20.037-B, matriz 1910-1
Gravado em julho de 1948 e lançado em março/abril de 1949



PRENDA MINHA
Canção Popular, arranjo de Radamés Gnattali
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon 13.351-A, matriz 9422
Gravado em 08 de setembro de 1952 e lançado em dezembro de 1952



CASINHA PEQUENINA
Canção Popular, arranjo de Radamés Gnattali
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon 13.351-B, matriz 9423
Gravado em 08 de setembro de 1952 e lançado em dezembro de 1952



CANÇÃO DA GUITARRA
Canção de Marcelo Tupynambá
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon X-3.380-A, matriz 9421
Gravado em 08 de setembro de 1952 e lançado em 1953



TRISTEZA (TRISTÉSSE)
De Frederico Chopin e Christina Maristany
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon X-3.380-B, matriz 9424
Gravado em 08 de setembro de 1952 e lançado em 1953



HEI DE AMAR-TE ATÉ MORRER
Canção, harmonização de Batista Siqueira
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon X-3.409-A, matriz 9762
Gravado em junho de 1953 e lançado em 1954



SE OS MEUS SUSPIROS PUDESSEM
Canção, harmonização de Batista Siqueira
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon X-3.409-B, matriz 9763
Gravado em junho de 1953 e lançado em 1954



QUEM SABE?
Modinha de Carlos Gomes e F. V. Bittencourt Sampaio
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quinteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon A-3.273-A, matriz 9998
Gravado em dezembro de 1953 e lançado em 1954



QUANDO UMA FLOR DESABROCHA
Toada de Francisco Mignone
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quinteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon A-3.273-B, matriz 9997
Gravado em dezembro de 1953 e lançado em 1954



AVE MARIA
De Franz Schubert e Cristina Maristany
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quinteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon X-3.473-A, matriz RIO-10224
Gravado em julho de 1954 e lançado em 1954



PAPAI NOEL
Canção de Carolina Cardoso de Menezes e George André
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quinteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon X-3.473-B, matriz RIO-10223
Gravado em julho de 1954 e lançado em 1954



TORMENTOS QUE EU PADEÇO
Modinha Popular do Século XIX, harmonização de Batista Siqueira
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon 13.992-A, matriz RIO-10632
Gravado em 23 de junho de 1955 e lançado em março de 1956



FOI NUMA NOITE CALMOSA
Modinha Popular do Século XIX, harmonização de Batista Siqueira
Gravada por Christina Maristany
Acompanhamento do Quarteto de Cordas Célio Nogueira
Disco Odeon 13.992-B, matriz RIO-10633
Gravado em 23 de junho de 1955 e lançado em março de 1956











Agradecimento ao Arquivo Nirez










Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...