terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

RELEMBRANDO ERNESTO NAZARETH

 
ERNESTO NAZARETH
Coleção Luiz Antînio de Almeida
https://ernestonazareth150anos.com.br/




Hoje, iremos relembrar o compositor e pianista ERNESTO NAZARETH.
 
Ernesto Júlio de Nazareth nasceu no Rio de Janeiro, em 20 de março de 1863. Era filho de Carolina Augusta da Cunha Nazareth e Vasco Lourenço da Silva Nazareth, despachante aduaneiro. O pequeno Ernesto nasceu em uma casinha de número 09, na Rua Bom Jardim (atual Rua Marquês de Sapucaí), em um dos flancos do Morro do Nheco (atual Morro do Pinto), entre os bairros de Santo Cristo e Cidade Nova.
 
Sua mãe, d. Carolina Augusta era excelente pianista e Ernesto começou, ainda criança, a estudar com ela. Aos 10 anos, ele caiu de uma árvore e sofreu violenta concussão na cabeça. Isso deu início a uma série de problemas auditivos que, no decorrer dos anos, o levariam à quase completa surdez.


Os pais de Ernesto Nazareth, Carolina Augusta e Vasco,
com o filho Vasco Lourenço ao colo, irmão de Ernesto Nazareth.
D. Carolina Augusta está grávida de Nazareth. (1862-63).
Coleção Luiz Antînio de Almeida
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Após o falecimento de sua mãe, em 1874, passou a receber lições de Eduardo Madeira, amigo da família e, mais tarde, de Charles Lucièn Lambert, famoso professor de New Orleans, radicado no Brasil. Com o primeiro professor, ele teve aula por cerca de um ano e meio; com o segundo, apenas oito aulas. Depois, continuou os estudos sozinho, praticamente autodidata.
 
Aos 14 anos, em 1877, Ernesto Nazareth compôs sua primeira música, a polca-lundu Você Bem Sabe, editada no ano seguinte pela Casa Arthur Napoleão & Miguez, situada à Rua do Ouvidor, nº 89. Em 1879, ele publicou a polca Cruz, Perigo!!, já com características do “tango brasileiro”, gênero que o consagraria. A música se popularizou rapidamente.
 
Sua primeira apresentação pública se deu em 08 de março de 1880, doze dias antes de seu aniversário de 17 anos. Ernesto Nazareth participou de um recital no Salão do Clube Mozart.
 
Seu primeiro grande sucesso veio com a polca Não Caio N´outra!!!, composta e impressa em 1881. No ano de 1885, participou de vários concertos, inclusive no clube Rossini, na Praça Onze.
 
Casou-se com Theodora Amália Leal de Meirelles (Theodora Amália Meirelles de Nazareth, em casada) em 14 de julho de 1886, na Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho. Da união nasceram: Eulina (1887-1971), Maria de Lourdes (1892-1917) e “Ernestinho” (1896-1962). Nessa época, já vivia da venda de suas composições, de aulas particulares de piano e tocando em bailes, batizados e casamentos.
 
Em 1893, imprimiu pela primeira vez um “tango” e uma valsa: Brejeiro e Julita, respectivamente. Em 1894, começou a trabalhar como pianista demonstrador da Casa Vieira Machado & Cia., à Rua dos Ourives (depois Miguel Couto), nº 51. O tango Brejeiro se tornaria o maior sucesso de Ernesto Nazareth no século XIX.
 
Publicou seu “grande tango característico” Turuna em 1899 e, em 1901, terminou Batuque, “tango característico”.


O Paiz, 04 de novembro de 1900, p.05
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O Paiz, 12 de novembro de 1900, p.03
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Em 1902, teve sua primeira composição gravada em discos Zon – O – Phone, na Casa Edison. Tratava-se de Está Chumbado (disco Zon – O – Phone X – 1.005), gravado pela Banda do Corpo de Bombeiros, regida por Anacleto de Medeiros.
 
A partir de então, várias de suas músicas seriam gravadas. Muitas delas receberiam letra de Catullo da Paixão Cearense ou de outros compositores e passariam a ganhar novos títulos.
 
Foi assim com Favorito, que se tornou Saco do Alferes e Cidade Nova, usado na peça O Rio Nu, de 1896, e gravado em 1903 por Bahiano e Senhorita Consuelo. Em 1913, com versos adicionais de Bahiano, seria gravado por ele e a atriz Júlia Martins. O mesmo aconteceu com Brejeiro que, com letra de Catullo passou a se chamar O Sertanejo Enamorado, sendo gravado por Mário Pinheiro em 1905.



Tagarela 1904
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O Século, 23 de outubro de 1908, p.03
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O Rio Nú, 1909
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Em 1908, Nazareth passou a trabalhar como pianista demonstrador da Casa Mozart, que era de seu amigo Lino José Barbosa. O maestro cearense Alberto Nepomuceno o convidou para se apresentar, entre agosto e novembro de 1908, por duas vezes, interpretando somente músicas de sua autoria, na “Exposição Nacional”, um evento realizado na Praia Vermelha em comemoração do centenário da “Abertura dos Portos”.


O Paiz, 29 de outubro de 1908, p.03
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Em 1909, Nazareth começou a trabalhar como pianista da sala de espera do antigo Cinema Odeon, situado à Avenida Central, nº 137, esquina com a Rua Sete de Setembro.
 
Em 1910, editou, por conta própria, o tango Odeon, dedicado à empresa proprietária do estabelecimento.


O Paiz, 11 de agosto de 1910, p.05 
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Palco na sala de espera do Cinema Odeon, onde Ernesto Nazareth tocava piano.
Muitas pessoas iam ao cinema apenas para ouvir Nazareth tocar,
não fazendo questão de assistir aos filmes em cartaz.
Acervo José Ramos Tinhorão
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Ernesto Nazareth gravou alguns discos ao longo de sua carreira. Em 1912, acompanhando ao piano o flautista Pedro de Alcântara, ele lançaria Linguagem do Coração. Em 1913, também acompanhando Pedro de Alcântara ao piano, Nazareth gravou: Choro e Poesia, de Pedro de Alcântara e, de sua autoria, Favorito e Odeon.


PEDRO DE ALCÂNTARA
Acervo José Ramos Tinhorão
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ERNESTO NAZARETH (1912)
Coleção Luiz Antînio de Almeida
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Selo de Odeon
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Deixou o Cine Odeon em 1913, retornando em 1917. Nessa segunda temporada, também exercia a função de pianista de uma pequena orquestra, na qual Villa-Lobos tomava parte como violoncelista.
 
Em 01 de dezembro de 1917, sua filha Maria de Lourdes faleceu em consequência de uma anemia profunda.
 
Saiu, definitivamente, do Cine Odeon em 1918, tendo conhecido, nessa segunda temporada, Arthur Rubinstei, Darius Milhaud e Francisco Mignone.
 
Ernesto Nazareth continuou trabalhando e compondo regularmente, completando cinquenta anos de atividade artística em dezembro de 1928.
 
Em fevereiro de 1929, ele seria homenageado em um evento beneficente organizado pelo deputado Aníbal Duarte, na qual participou a jovem e iniciante cantora Carmen Miranda, em sua segunda apresentação em público.


A legenda da foto traz (na grafia e pontuação da época): "Grupo tirado no Instituto Nacional de Musica por occasiçao do recital de musicas regionaes ali realisado por um grupo de rapazes e senhoritas de nossa melhor sociedade. Entre elles, no centro, vê-se a figura sympathica do rei do tango, o grande pianista Ernesto Nazareth que num gesto de requintada gentileza tomou parte no recital".
Revista O Violão, fevereiro de 1929.
Arquivo Nirez


 
Em cinco de maio de 1929 faleceu, de causas naturais, sua esposa Theodora Amália, aos 74 anos.
 
Ele continuou compondo até maio de 1930, quando terminou sua última composição, a valsa Resignação.

Em agosto de 1930, Ernesto Nazareth ofereceu uma recepção à pianista e compositora pernambucana Amélia Brandão Nery em sua residência. Ambos tocaram composições de suas autorias. A serata musical se encerrou as 11 horas da noite, com a execução do Hino Nacional, com as variações de Gottschalk, pelo maestro Nazareth.


Correio da Manhã, 06 de agosto de 1930, p.07
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Em 10 de setembro de 1930, ele fez suas últimas gravações, lançando em dezembro desse ano, pela gravadora Odeon, Apanhei-te Cavaquinho, Escovado, Turuna e Nenê, todas de sua autoria.



Correio da Manhã, 15 de junho de 1930, p.04
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Correio da Manhã, 05 de outubro de 1930, p.05
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Correio da Manhã, 05 de outubro de 1930, p.05
http://memoria.bn.br/



Em 1931, apresentou-se nas rádios Sociedade do Rio de Janeiro (atual Rádio MEC) e Mayrink Veiga.
 
Em 1932, ao lado de sua filha Eulina e da amiga Maria Mercedes Mendes Teixeira, seguiu para o Rio Grande do Sul, apresentando-se em várias cidades. Levava sua última composição editada, o tango brasileiro Gaúcho, oferecido “Ao Nobre Povo Gaúcho”.
 
Ao fim da turnê, Nazareth foi para o Uruguai, de onde sairia de Montevidéu para o Rio de Janeiro. Porém, em um passeio na cidade, sofreu uma séria crise nervosa dentro da casa de instrumentos musicais de Julio Mousqués.
 
No Rio de Janeiro, após alguns exames, foi diagnosticada a sífilis. Diante da irreversibilidade do quadro neurológico apresentado, Nazareth foi internado primeiramente na Fundação Gaffrée & Guinle, que na época estava funcionando em um dos pavilhões do Hospício D. Pedro II, na Praia Vermelha, e, mais tarde, em 04 de março de 1933, ele seria internado na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá.
 
Em conversa com nosso estimado amigo, o pesquisador Luiz Antônio de Almeida, biógrafo e herdeiro moral honorário de Ernesto Nazareth, o compositor teria fugido da Colônia no dia 01 de fevereiro de 1934, entre as 16 e 17 horas. O corpo de Ernesto Nazareth só seria encontrado no dia 04 de fevereiro, em adiantado estado de decomposição, afogado em uma represa. Ele tinha 70 anos. Para Luiz Antônio, Nazareth faleceu no dia 01 de fevereiro de 1934, a data que adotamos.
 
A explicação apresentada pelo biógrafo é muito pertinente. Ernesto Nazareth fugiu em direção à represa que existia próxima à Colônia. Esta represa abastecia a água do bairro. Ao ser encontrado, seu corpo já apresentava adiantado estado de decomposição, o que não acontece em um ou dois dias. Luiz Antônio conheceu uma professora que, em 1934 ministrava aulas em uma escola próxima â Colônia. Segundo ela, todos os seus alunos começaram a passar mal, com diarreia e cólicas, o mesmo acontecendo com vários moradores do bairro. A professora seguiu até a administração da Colônia, uma vez que a represa se encontrava em seu terreno, e relatou o acontecido. Quando funcionários foram ver o que havia de errado com as águas, encontraram o corpo de Ernesto Nazareth que, pelo estado de avançada decomposição, foi enterrado sem velório.
 
 
O nome de Ernesto Nazareth ficou para sempre marcado em nossa música como um dos mais importantes compositores, sendo considerado pioneiro ao lado de Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Henrique Alves de Mesquita, entre outros grandes compositores.
 
Ele alternava entre o erudito e o popular, destacando-se em ambos os campos.
 
Luiz Antônio de Almeida aponta sua composição Dengoso como a primeira música brasileira a fazer um grande sucesso internacional.
 
No começo do século XX, a famosa dupla de dançarinos Vernon e Irene Castle fizeram um livro onde ensinavam os passos de várias danças que faziam sucesso na época, entre elas, o maxixe. Para ilustrar os passos do maxixe, eles se inspiraram no tango Dengoso, de Ernesto Nazareth, que dançavam ao redor do mundo.
 
Em 1939, foi lançado o filme A História de Vernon e Irene Castle (The Story of Vernon and Irene Castle), dirigido por H. C. Potter e estrelado por Fred Astaire e Ginger Rogers, que viviam o casal de dançarinos. Um dos números que mais chama atenção do filme é justamente onde eles dançam Dengoso, de Ernesto Nazareth. Irene Castle estava viva na época das filmagens e, pessoalmente, orientou a dupla sobre os passos corretos da coreografia. O que vemos no filme é a coreografia original de Vernon e Irene Castle para a melodia de Dengoso.
 
Dengoso continuaria a fazer sucesso, sendo tocada na minissérie Mr. Selfridge, em 2014.




 
 
 

Em homenagem a Ernesto Nazareth, trago várias gravações de sua obra com músicas instrumentais e cantadas, datadas desde as primeiras décadas do século XX até a década de 1940.



Ernesto Nazareth Intérprete


CHORO E POESIA

https://discografiabrasileira.com.br/

Polca de Pedro de Alcântara
Gravada por Pedro de Alcântara ao flautim e Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon Record 108.788, matriz XR-1461
Lançado em 1912



LINGUAGEM DO CORAÇÃO

https://discografiabrasileira.com.br/

Polca de Joaquim Antônio da Silva Calado
Gravada por Pedro De Alcântara ao Flautim e Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon Record 108.789, matriz XR-1462
Lançado em 1913



FAVORITO

https://discografiabrasileira.com.br/

Tango de Ernesto Nazareth
Gravado por Pedro de Alcântara ao flautim e Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon Record 108.790, matriz XR-1463
Lançado em 1912



ODEON

https://discografiabrasileira.com.br/

Tango de Ernesto Nazareth
Gravado por Pedro de Alcântara na flauta e Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon Record 108.791, matriz XR-1464
Lançado em 1913



APANHEI-TE CAVAQUINHO
Choro de Ernesto Nazareth
Gravado por Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon 10.718-A, matriz 3941
Gravado em 10 de setembro de 1930 e lançado em dezembro



ESCOVADO
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado por Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon 10.718-B, matriz 3939
Gravado em 10 de setembro de 1930 e lançado em dezembro



TURUNA
Tango de Ernesto Nazareth
Gravado por Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon, matriz 3942
Gravado em 10 de setembro de 1930 e lançado em 1930



NENÊ
Tango de Ernesto Nazareth
Gravado por Ernesto Nazareth ao Piano
Disco Odeon, matriz 3940
Gravado em 10 de setembro de 1930 e lançado em 1930




Ernesto Nazareth Compositor - Gravações Instrumentais


BREJEIRO

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Tango de Ernesto Nazareth
Gravado pela Banda do Corpo de Bombeiros
Disco Odeon Record 40.572
Lançado em 1905



TURUNA

https://discografiabrasileira.com.br/

Tango de Ernesto Nazareth
Gravado pela Banda do Corpo de Bombeiros
Disco Odeon Record 40.589
Lançado em 1905



FAVORITO

https://discografiabrasileira.com.br/

Tango de Ernesto Nazareth
Gravado pelo Maestro Arthur Camilo ao Piano
Disco Odeon Record 40.728
Lançado em 1906



OURO SOBRE AZUL

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Valsa de Ernesto Nazareth
Gravada pela Banda da Casa Edison
Disco Odeon Record 108.027
Lançado em 1909



DENGOSO

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Tango de Ernesto Nazareth
Gravado Pela Banda da Casa Faulhaber e Cia
Disco Favorite Record 1-452.175, matriz 11480-O
Gravado em 21 de maio de 1911 e lançado em 1911



BAMBINO

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Tango de Ernesto Nazareth
Gravado pelo Grupo dos Sustenidos
Disco Odeon Record 120.144, matriz XR-1687
Lançado em 1912



ZIZINHA
Tango de Ernesto Nazareth
Gravado pelo Maestro Arthur Camilo ao Piano
Disco Odeon Record 120.319, matriz XR-1890
Lançado em março de 1913



AMENO RESEDÁ

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Polca de Ernesto Nazareth
Gravada pelo Grupo do Louro
Disco Odeon Record 120.828
Gravado em 1913 e lançado em 1914



ESCORREGANDO
Maxixe de Ernesto Nazareth
Gravado pelo Jazz Band Sul-Americano Romeu Silva
Disco Odeon Record 122.843
Lançado em 1925



PAULICÉIA COMO ÉS FORMOSA
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado pela Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.033-A, matriz 1277
Lançado em setembro de 1927



MAGNÍFICO
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado pela Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.048-A, matriz 1365
Lançado em novembro de 1927



PROEMINENTE
Maxixe de Ernesto Nazareth
Gravado pela Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.087-A, matriz 1370-I
Lançado em dezembro de 1927



PLANGENTE
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado pela Orquestra Rio Artists
Disco Odeon 10.137-A, matriz 1520
Lançado em março de 1928



SUTIL
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado pela Jazz Band Sinfônica Pan American
Disco Odeon 10.178-A, matriz 1613
Gravado em 16 de março de 1928 e lançado em maio



TURBILHÃO DE BEIJOS
Valsa Lenta de Ernesto Nazareth
Gravada pela Jazz Band Sinfônica Pan American
Disco Odeon 10.178-B, matriz 1610
Gravado em 16 de março de 1928 e lançado em maio



PRIMOROSA
Valsa Lenta de Ernesto Nazareth
Gravada pela Orquestra Rio Artists
Disco Odeon 10.230-B, matriz 1768
Lançado em agosto de 1928



FLORAUX
Maxixe de Ernesto Nazareth
Gravado pela Orquestra Rio Artists
Disco Odeon 10.231-B, matriz 1849
Lançado em 1928



RAYON D'OR
Polca de Ernesto Nazareth
Gravada pela Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.250-B, matriz 1878
Gravado em 10 de agosto de 1928 e lançado em setembro



CACIQUE
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado Simão Nacional Orquestra
Disco Parlophon 12.830-B, matriz 1739-I
Gravado em 1928 e lançado em setembro de 1928



CUÉRA
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado por Simão Nacional Orquestra
Disco Parlophon 12.885-B, matriz 2140
Lançado em dezembro de 1928



APANHEI-TE CAVAQUINHO
Choro de Ernesto Nazareth
Gravado por Luís Gonzaga ao Acordeon
Acompanhamento de Conjunto
Disco Victor 80-0060-A, matriz S-052692
Gravado em 11 de janeiro de 1943 e lançado em março



EPONINA
Valsa de Ernesto Nazareth
Gravada por Custódio Mesquita e Sua Orquestra
Disco Victor 80-0079-A, matriz S-052730-1
Gravado em 01 de março de 1943 e lançado em maio



GOTAS DE OURO
Valsa de Ernesto Nazareth
Gravada por Custódio Mesquita e Sua Orquestra
Disco Victor 80-0097-A, matriz 052766-1
Gravado em 06 de maio de 1943 e lançado em julho



BAMBINO
Choro de Ernesto Nazareth
Gravado por Custódio Mesquita e Sua Orquestra
Disco Victor 80-0097-B, matriz 052767-1
Gravado em 06 de maio de 1943 e lançado em julho




Ernesto Nazareth Compositor - Gravações Cantadas



SACO DO ALFERES E CIDADE NOVA
Dueto de Ernesto Nazareth e Bahiano
Gravado por Senhorita Consuelo e Bahiano
Disco Zon – O – Phone X-689
Gravado em 1903
Obs. Mesma melodia de Favorito.



LUA NOVA

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Canção de Ernesto Nazareth e Catullo da Paixão Cearense
Gravada por Mário Pinheiro
Disco Odeon Record 40.153, matriz RX-9
Lançado em 1904



ROUXINOL E COLIBRI

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Modinha de Ernesto Nazareth e Catullo da Paixão Cearense
Gravada por Mário Pinheiro
Disco Odeon Record 40.157, matriz RX-11
Lançado em 1904



O SERTANEJO ENAMORADO

https://discografiabrasileira.com.br/

Canção de Ernesto Nazareth e Catullo da Paixão Cearense
Gravada por Mário Pinheiro
Acompanhamento de Piano
Disco Odeon Record 40.227, matriz RX-219
Lançado em 1905
Obs. Mesma melodia de Brejeiro.



O TEU ROSTO
Lundu de Ernesto Nazareth e Catullo da Paixão Cearense
Gravado pelo Andrade
Disco Odeon Record 10.181
Lançado em 1907



FAVORITO
Tango de Ernesto Nazareth e Catullo da Paixão Cearense
Gravado Mário Pinheiro
Acompanhamento de Piano
Disco Odeon Record 108.336
Lançado em 1910



VOCÊ NÃO ME DÁ

https://discografiabrasileira.com.br/

Tango de Ernesto Nazareth e Catullo da Paixão Cearense
Gravado Mário Pinheiro
Acompanhamento de Orquestra
Disco Columbia Record 11.550
Lançado em 1910
Obs. Mesma melodia de Bambino.



CIDADE NOVA E SACO DO ALFERES
Dueto de Ernesto Nazareth e Bahiano
Gravado por Júlia Martins e Bahiano
Disco Odeon Record 120.438
Lançado em 1913
Obs. Mesma melodia de Favorito.



A VOZ DO AMOR
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth, Marina Stella e S, dos Santos
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Rio Artists
Disco Odeon 10.192-A, matriz 1669
Lançado em 1928



ÊXTASE I
Romanza de Ernesto Nazareth
Gravada por Vicente Celestino
Disco Odeon 10.195-A, matriz 1584
Gravado e lançado em 1928



ÊXTASE II
Romanza de Ernesto Nazareth
Gravada por Vicente Celestino
Disco Odeon 10.195-B, matriz 1585
Gravado e lançado em 1928



BONDE DA ALEGRIA
Dueto Cômico de Pinto Filho e Jararaca, com a melodia de Favorito de Ernesto Nazareth
Gravado por Pinto Filho e Jararaca
Disco Parlophon 13.068-A, matriz 3027-1
Gravado em 1929 e lançado em dezembro de 1929



FAVORITO
Tango Brasileiro de Ernesto Nazareth
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento de Piano
Disco Odeon 10.518-A, matriz 3068
Lançado em dezembro de 1929



APANHEI-TE CAVAQUINHO
Choro de Ernesto Nazareth, Darci de Oliveira e Benedito Lacerda
Gravado por Ademilde Fonseca
Acompanhamento de Benedito Lacerda e Seu Conjunto
Disco Columbia 55.432-A, matriz 630-2-M
Gravado em 20 de abril de 1943 e lançado em maio






RECORTES SOBRE ERNESTO NAZARETH




ERNESTO NAZARETH (1905)
Coleção Luiz Antînio de Almeida

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O Paiz, 20 de março de 1910, p.03
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A Noite, 24 de outubro de 1914, p.05
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A Noite, 24 de dezembro de 1914, p.06
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Fon Fon, 1918
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Correio da Manhã, 15 de outubro de 1930, p.05
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Correio da Manhã, 03 de fevereiro de 1934, p.03
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Correio da Manhã, 06 de fevereiro de 1934, p.02
http://memoria.bn.br/



Correio da Manhã, 06 de fevereiro de 1934, p.03
http://memoria.bn.br/




Correio da Manhã, 07 de fevereiro de 1934, p.05
http://memoria.bn.br/




Correio da Manhã, 08 de fevereiro de 1934, p.13
http://memoria.bn.br/




A Noite, 05 de fevereiro de 1934, p.02
http://memoria.bn.br/




A Noite, 05 de fevereiro de 1934, p.03
http://memoria.bn.br/




A Noite, 09 de fevereiro de 1934, p.01
http://memoria.bn.br/




O Paiz, 06 de fevereiro de 1934
http://memoria.bn.br/




O Radical, 06 de fevereiro de 1934, p.04
http://memoria.bn.br/




O Malho, 1934
http://memoria.bn.br/




O Malho, 1934
http://memoria.bn.br/





ERNESTO NAZARETH
Coleção Luiz Antînio de Almeida
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Agradecimento a Luiz Antônio de Almeida e ao Arquivo Nirez











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