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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

FIM DE ANO - 2019

Revista Carioca, 1936
Arquivo Nirez



O ano de 2019 está chegando ao fim, tendo sido um dos mais produtivos para o Blog Estrelas que nunca se apagam. Agradeço a todos que tem acompanhado nosso Blog. Que venha 2020 com novidades e mais produções! 


Como é tradição nossa, trago algumas músicas que fazem alusão ao Ano Novo. São gravações que vão de 1909 até 1962.





Um Feliz Ano Novo a todos!




O ANO NOVO
Lundu
Gravado por Eduardo das Neves
Acompanhamento de violão
Disco Odeon Record 108.375
Lançado em 1909



ANO NOVO
Marcha de Custódio Mesquita e Zeca Ivo
Gravada por Aurora Miranda
Acompanhamento da Orquestra Odeon, sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.292-A, matriz 5174
Gravado em 23 de outubro de 1935 e lançado em dezembro




BATEU MEIA NOITE
Marcha de Custódio Mesquita 
Gravada por Aurora Miranda
Acompanhamento da Orquestra Odeon, sob a direção de Simon Bountman
Disco Odeon 11.292-B, matriz 5175
Gravado em 23 de outubro de 1935 e lançado em dezembro




ANO NOVO
Valsa Sertaneja de Paraguassu
Gravada por Paraguassu e Quarteto Tupan, sob a direção de Georges Moran
Acompanhamento do Conjunto Regional RCA Victor
Disco Victor 34.397-A, matriz 80903-1
Gravado em 26 de setembro de 1938 e lançado em dezembro




FIM DE ANO
Canção Natalina de Francisco Alves e David Nasser
Gravada por João Dias
Disco Odeon 13.199-B, matriz 9149
Gravado em 05 de outubro de 1951 e lançado em dezembro



  
ANO NOVO
Valsa de José Roy e Orlando Monelo
Gravada por Stellinha Egg
Acompanhamento de Coral e Sinos
Disco RCA Victor 80-1067-B, matriz SB-093511
Gravado em 09 de outubro de 1952 e lançado em dezembro




ANO NOVO
Valsa de Francisco Lacerda e José Maffei
Gravado por Laranjinha e Zequinha
Acompanhamento de Regional
Disco Odeon 13.553-B, matriz 9862
Gravado em 31 de agosto de 1953 e lançado em dezembro




FIM DE ANO
Valsa de Valter Melo
Gravada por Cizinha Moura
Acompanhamento de Bandinha e Coro
Disco Chantecler 78-0074-B, matriz C8P-148
Lançado em dezembro de 1958



FIM DE ANO
Valsa de Francisco Alves e David Nasser
Gravada por Roberto Audi
Acompanhamento de Conjunto e Coro
Disco Copacabana 6.491, matriz M-3561

Lançado em dezembro de 1962












Agradecimento ao Arquivo Nirez









segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

JESY BARBOSA - 32 ANOS DE SAUDADE


JESY BARBOSA
O Cruzeiro, 1932
Arquivo Nirez



Há 32 anos falecia a cantora e poetisa JESY BARBOSA.

Jesy de Oliveira Barbosa nasceu em 15 de novembro de 1902, em Campos (RJ), sendo filha de Victória Barbosa, musicista, e Luís Barbosa, poeta e jornalista.

No começo da década de 1920, ela começou a aparecer cantando em eventos sociais. Foi aluna da grande soprano Zaíra de Oliveira, que tinha por Jesy uma admiração especial.

Talentosa, Jesy Barbosa começou a se apresentar em recitais e programas de rádio, na segunda metade da década de 1920, sendo uma das cantoras pioneiras a fazê-lo.


Jesy Barbosa em 1928.
Revista O Violão.
Arquivo Nirez.


Em 1929, com um nome cercado por sucesso no meio artístico, foi uma das apostas da gravadora Victor, que se instalava no Brasil. Não decepcionou, com seus discos sendo bem acolhidos pela crítica e pelo público, fazendo um repertório baseado em canções românticas e regionais, mas também gravando sambas e maxixe.

Em 1930, em um concurso do Diário Carioca, foi eleita pelos leitores A Rainha da Canção Brasileira. Durante o pleito, teve apoio da novara cantora, que já fazia sucesso, Carmen Miranda, que ao ver que não ganharia passou a torcer por Jesy, em prova de verdadeira camaradagem, que seria a marca de Carmen em sua vida.

Jesy Barbosa também era jornalista, escritora, romancista, rádio atriz, escreveu novelas para o rádio, enfim, era uma mulher de múltiplos talentos e se destacava em cada coisa que fazia.

Ela faleceu em 30 de janeiro de 1987, os 85 anos de idade, no Rio de Janeiro.


Para homenageá-la, trago um questionário feito pela revista O Cruzeiro, de 1932, abordando a cantora. Também trago uma entrevista de Jesy Barbosa, já idosa, concedida ao pesquisador Jairo Severiano e ao cantor e pesquisador Paulo Tapajós. Ela relembra sua vida e carreira, citando amigos e colegas dos anos 20 e 30.

O questionário apresentado por O Cruzeiro mostra a visão masculina da época para com as mulheres, mesmo as consideradas intelectuais. Para eles, elas eram românticas, sensíveis, observadoras de céus estrelados, natureza, suscetíveis às ilusões do amor... Temas como o voto feminino (que em 1932 fora aprovado, para ser posto em prática em 1934) nem se quer eram tocados. O que essas artistas e escritoras pensavam sobre os direitos das mulheres, suas lutas por igualdade, não saberemos. Não através dessa reportagem. Mas vale a pena trazê-la para observarmos o retrato de uma época. Apesar das perguntas, as respostas eram cheias de espírito, mostrando a inteligência e o pensamento de cada entrevistada. Jesy Barbosa não fez feio e, em suas respostas, revelou um pouco de si.























Agradecimento ao Arquivo Nirez










domingo, 29 de dezembro de 2019

ARACY CÔRTES INTERPRETA ARY BARROSO


ARACY CÔRTES


ARY BARROSO



http://memoria.bn.br/


Ary Barroso começou sua carreia artística no Rio de Janeiro tocando nos cinemas e fazendo parte de conjuntos famosos, como o Jazz Band Sul Americano de Romeu Silva. Nessa época, meados da década de 1920, o Teatro de Revista ainda era o grande divulgador de músicas e compositores.

Ao mesmo tempo em que algumas de suas músicas eram lançadas nos teatros, as de mais agrado do público eram gravadas em discos.

Nessa primeira fase de sua carreira, ele teve vários sucessos gravados por Aracy Côrtes, que também os havia lançado nos palcos, inclusive no início da carreira do compositor.

São registros preciosos, não só da carreira de Ary e Aracy, mas como uma pequena mostra de como era o teatro musical da época e seu modo de cantar e interpretar as músicas.

Ouvir Aracy Côrtes, então a Rainha do Samba, da Praça Tiradentes e do Teatro de Revista, cantando Ary Barroso é uma oportunidade única de conhecer os sambas e canções que falavam dos amores das mulheres de malandro, dos romances começados na Festa da Penha, de saudades de tempos passados, todos interpretados na forma original, saídos quentinhos dos palcos do Teatro de Revista e interpretados por uma de suas maiores representantes.

É ouvir e se deliciar!



TU QUÉ TOMÁ MEU HOME



Samba de Ary Barroso e Olegário Mariano
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.446-A, matriz 2764
Lançado em agosto de 1929.


Foi lançado por Aracy na revista Vamos deixar de intimidade, também em 1929, onde levantava a plateia em ruidosos aplausos.
Um belo e sentido exemplar de samba de mulher de malandro




Por Deus me deixa sossegada
Tu qué tomá meu home
mas meu home eu não te dou
Eu gosto é de levar pancada
e até de passar fome
por amor do meu amô
Pra esse home eu esquecer
tô dando pra beber
tô dando pra roubar
E se a polícia me prender
já seu que foi você
que foi me denunciar

Não faz isso assim, não
Tenha compaixão, sim
Não queiras me encrencar
mulher malvada e mal
Gozar, me deixa a vida desgraçada
Não faz isso assim, não
tenha compaixão, sim
Não queiras me encrencar
nem me perder, porque
assim, meu destino
é só sofrer.




O AMOR VEM QUANDO A GENTE NÃO ESPERA (SAMBA DA PENHA)
Samba de Ary Barroso, Cardoso de Menezes e Bittencourt
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 10.469-A, matriz 2.866
Lançado em disco em outubro de 1929.

Samba lançado por Aracy na revista Comigo é na Madeira, de 1929.




Eu sei, eu sei
O amor vem quando a gente não espera
Disfarçadamente
morde como fera
E faz a gente padecer
sem querer
Depois,
os dois pensando
que a ventura não tem fim
Sofrem tal desilusão
e tudo acaba em vão
em dor
e é sempre assim.

Numa barraca lá da Penha
Num domingo dos barraqueiros
eu te encontrei
Quando puseste em meus olhos
os teus olhos mexeriqueiros
quase desmaiei
Sem poder me defender,
fiquei logo cativa
E o motivo dessa afeição
é uma interrogação
Uns dizem que sou
até bem feliz
Que a Santa me ajudou.



VÁ CUMPRIR O TEU DESTINO



Samba de Ary Barroso
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.505-B, matriz 3055
Lançado em dezembro de 1929.

Aracy o lançou na revista Não adianta você chorar, de 1929.




Meu Deus
não mereço sofrer
Eu sei
que cumpri meu dever
Mas, se nesse mundo
a gente não merece
Recompensa pelo bem que faz
tudo desaparece.
Então, ao prazer de viver
prefiro mil vezes morrer
Pois a maldade da terra
um segredo encerra
é o amor
seu real causador.

Renegaste todo o bem
que eu te fiz, malvado
Ah, tu não soubestes
ser feliz, malvado
Pois que vá cumprir o teu destino
A tua ingratidão
será tua perdição.




SAMBA DE SÃO BENEDITO



Samba de Ary Barroso, Marques Porto e Luís Peixoto
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.553-A, matriz 3277
Lançado em janeiro de 1930.




Eu só penso
no que pode acontecer
Se algum dia me convenço
que urubu que te comer
Eu dou cachaça
para meu São Benedito
para te amarrar
para te prender

Não entreguei os meus pontos, não
Vou me vingar
juro por Nosso Senhor
Faz os teus truques escondidinho
Já soltei meu cachorrinho
Mandei ele te espiar, meu amor.




JURAMENTO



Samba de Ary Barroso, Marques Porto e Luís Peixoto
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.553-B, matriz 3276-1
Lançado em janeiro de 1930.




Um dia em minha porta
tu virás bater, em vão.
Para o nosso amor
eu já morri, porque
o meu coração
já não é de você.
Jurei,
fiz promessas pro meu Santo
Viverei só no meu canto
sem você e sem ninguém
sem ninguém.
Hoje, eu sou mulher
e posso até
esquecer até de verdade
a saudade.




VOCÊ NÃO ERA ASSIM



Samba de Ary Barroso e Aricles França
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Pan American, direção de Simon Bountman
Disco Odeon 10.619-A, matriz 3592
Lançado em junho de 1930.




Você não me faz carinhos
Agora, já não me liga
Qualquer coisa meu benzinho
é pretexto para briga.
Quando o coronel gemia
dava tudo para mim
A existência me sorria
e você não era assim.

Não sei porque
você vive a zombar de mim.
Antigamente bebê
você não era assim.
(Mas eu te espero
lá na esquina
e tu vais ver comigo).




NO MORRO (EH! EH!)
Batuque de Ary Barroso e Luís Iglezias
Gravado por Aracy Côrtes e Augusto Vasseur
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 10.680-A, matriz 3863
Lançado em setembro de 1930.

Lançado em 1930, na revista Diz isso cantando.

Obs. Em 1938, Carmen Miranda e Almirante fizeram uma regravação intitulada Boneca de Piche.

Obs.2. Em breve publicaremos a letra dessa composição com mais informações.





SAPATEADO
Foxtrot de Ary Barroso e Luís Iglezias
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Copacabana
Disco Odeon 10.680-B, matriz 3864
Lançado em setembro de 1930.

Lançado por Aracy e Theda Diamant na revista Compra um Bonde, em 1930.

Também tinha o título de Fox-Trot.




Fui à Nova York
só pra ver
o que foi o Júlio lá fazer
Houve tanta encrenca, confusão
acabei foi na mão.

Vem um gajo e me diz:
"Alô, boy!"
Chamou-me de boi
e eu nem sei
o que fiz
Fui muito infeliz
Meu Deus, juntou gente.

Lá na tal ‘Broduei”
me espalhei
Que sururu!
Veio civil, militá
Mostrei que o Brasil
não sabe apanhá.

Só dei por mim
quando ouvi
falar o embaixador Marciano
Que me mandou de lá pra cá.



QUEM ME COMPREENDE



Canção de Ary Barroso e Bernadino Vivas
Gravado por Aracy Côrtes
Acompanhamento de Orquestra
Disco Columbia 22.035-B, matriz 381012-2
Lançado em julho de 1931




Vem ouvir-me as queixas, coração
Quero te acordar com esta canção
Ai, meu Deus do Céu
não posso mais
conter meu ais.
E sem ter no mundo mais ninguém
não suportarei o teus desdém
És a minha vida
A própria luz dos meus olhos
Oh, querida.

Felicidade, tenho saudade
dos tempos que não voltam mais
Não voltam mais
Tu me deixaste só
e nem tiveste dó
Mas, mesmo assim
eu sei que tu gostas de mim.

Felicidade, tenho saudade
dos tempos que não voltam mais
Não voltam mais
Quem compreende bem
meu coração
como ninguém
é este violão.



NENÉM



Marcha de Ary Barroso e Luís Peixoto
Gravada por Aracy Côrtes
Acompanhamento da Orquestra Odeon
Disco Odeon 11.185-A, matriz 4954
Gravado em 26 de novembro de 1934 e lançado em janeiro de 1935.


Obs. Perua foi uma famosa atriz da Belle Époque que terminou seus dias mendigando na rua, se tornando um tipo popular e recebendo essa alcunha. 



Neném, Neném, Neném
És meu, de mais ninguém
Se queres que eu te mate, Neném
Te mato, meu bem
E morro também
Amor fatal
os nossos retratinhos sairão
na quarta edição do jornal.

A vida toda desorganizada
com a bossa virada
à beira de um precipício.
Vou acabar tendo a sorte da Perua
sem poder andar na rua
internada no hospício.

A malandragem não valeu de nada
Eu estou abafada
estou num beco sem saída
Ou tu acabas uma vez
com a vadiagem
Ou me encho de coragem
e escangalho a tua vida.











Agradecimento aos amigos Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez) e Gilberto Inácio Gonçalves.











sábado, 28 de dezembro de 2019

MÚSICAS & CRÍTICAS - (ODEON E PARLOPHON – SETEMBRO/OUTUBRO DE 1928)


MÚSICAS & CRÍTICAS
(ODEON E PARLOPHON – SETEMBRO/OUTUBRO DE 1928)



Em sua edição nº 05, lançada em 15 de outubro de 1928, a revista Phono-Arte continuava a fazer críticas e observações sobre os discos lançados no mercado. Os discos Odeon e Parlophon, com gravações feitas no Brasil, tinham um espaço reservado no periódico, com seus lançamentos para setembro/outubro de 1928.

Os artistas citados eram: Mário Reis, Gastão Formenti, o violonista Canhoto (Américo Jacomino), Francisco Alves, Romeo Ghipsmann, Machado Del Negri, Lydia Campos, Chico Viola (Francisco Alves), Benício Barbosa e Henrique Chaves; e ainda as orquestras Pan American e a dos Oito Batutas.


Obs. Não conseguimos reunir todas as gravações.













ODEON



MÁRIO REIS


Mário Reis
Arquivo Humberto Franceschi






Disco 10.257



SABIÁ
Canção de Sinhô (José Barbosa da Silva)
Gravada por Mário Reis
Acompanhamento de dois Violões
Disco Odeon 10.257-A, matriz 1935
Lançado em outubro de 1928



DEUS NOS LIVRE DO CASTIGO DAS MULHERES
Samba de Sinhô (José Barbosa da Silva)
Gravado por Mário Reis
Acompanhamento de dois Violões
Disco Odeon 10.257-B, matriz 1936
Lançado em outubro de 1928




GASTÃO FORMENTI


Gastão Formenti
Arquivo Nirez






Disco 10.270



AQUELE CANTINHO
Canção de Joubert de Carvalho
Gravada por Gastão Formenti
Acompanhamento de Piano e dois Violões
Disco Odeon 10.270-A, matriz 1899
Gravado em 1928 e lançado em outubro de 1928



SONHO DE FORMOSURA
Canção de Bastos Luís e R. Correia
Gravada por Gastão Formenti
Acompanhamento de Piano e Violão
Disco Odeon 10.270-B, matriz 1817-I
Gravado em 1928 e lançado em outubro de 1928




CANHOTO
(AMÉRICO JACOMINO)


Canhoto (Américo Jacomino)
Arquivo Humberto Franceschi






Disco 10.265


MEXICANA
Valsa de Américo Jacomino (Canhoto)
Gravada por Américo Jacomino (Canhoto) ao Violão
Acompanhamento de Piano
Disco Odeon 10.265-A, matriz 1603
Gravado em 14 de março de março de 1928 e lançado em outubro de 1928



UMA NOITE NA ROÇA
Cateretê de Américo Jacomino (Canhoto)
Gravado por Américo Jacomino (Canhoto) ao Violão
Acompanhamento de Piano
Disco Odeon 10.265-B, matriz 1604
Gravado em 14 de março de março de 1928 e lançado em outubro de 1928




FRANCISCO ALVES


Francisco Alves
Arquivo Nirez






Disco 10.273



RAINHA DAS CRIOULAS
Samba de J. Moreira Aguiar e Sílvio Pereira de Sá (Juquinha)
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.273-A, matriz 1659
Lançado em outubro de 1928



SONHO REVELADOR!...
Valsa de Pery e Duque de Abramontes
Gravada por Francisco Alves
Disco Odeon 10.273-B, matriz 1851
Lançado em outubro de 1928





ROMEO GHIPSMANN


Romeo Ghipsmann
Arquivo Humberto Franceschi






Disco 10.266


SOME FIDDLIN
Fox Trot de Charles Saul Harris
Gravado por Romeo Ghipsmann ao Violino
Disco Odeon 10.266-A, matriz 1923
Lançado em outubro de 1928

FLOR DE CEREJA
Choro de Lúcio Chameck
Gravado por Romeo Ghipsmann ao Violino
Disco Odeon 10.266-B, matriz 1926
Lançado em outubro de 1928


Disco 10.267


URSADA
Choro de I. Kolman
Gravado por Romeo Ghipsmann ao Violino
Disco Odeon 10.267-A, matriz 1928
Lançado em outubro de 1928

HICKVILLE HOT
Fox Trot de Charles Saul Harris
Gravado por Romeo Ghipsmann ao Violino
Disco Odeon 10.267-B, matriz 1925
Lançado em outubro de 1928




PARLOPHON



MACHADO DEL NEGRI
E
HOTEL ITAJUBÁ ORQUESTRA


Machado Del Negri
Arquivo Humberto Franceschi







Disco 12.834


RAMONA
Valsa de Mabel Weyne e L. W. Gilbert
Gravado por Machado Del Negri
Acompanhamento do Hotel Itajubá Orquestra
Disco Parlophon 12.834-A, matriz 1929
Lançado em outubro de 1928

AMOR NUNCA MORRE
Valsa de Otávio Maul
Gravada pela Hotel Itajubá Orquestra
Disco Parlophon 12.834-B, matriz 1907
Lançado em outubro de 1928




GASTÃO FORMENTI


Gastão Formenti
Arquivo Nirez






Disco 12.832


SAPO CURURU
Canção de Hekel Tavares e Olegário Mariano
Gravada por Gastão Formenti

Acompanhamento de Hekel Tavares ao Piano

Disco Parlophon 12.832-A, matriz 1705
Lançado em setembro de 1928

O BOIADEIRO
Canção de Hekel Tavares
Gravada por Gastão Formenti

Acompanhamento de Hekel Tavares ao Piano

Disco Parlophon 12.832-B, matriz 1706
Lançado em setembro de 1928





LYDIA CAMPOS


Lydia Campos
Arquivo Humberto Franceschi






Disco 12.819


ESTA NOCHE ME EMBORRACHO
Tango de E. S. Discepolo
Gravado por Lydia Campos
Acompanhamento de Piano, Violino e Violão
Disco Parlophon 12.819-A
Lançado em setembro de 1928



CHE PAPUSA OI
Tango Canção de M. Mattos Rodrigues
Gravado por Lydia Campos
Acompanhamento de Piano, Violino e Violão
Disco Parlophon 12.819-B
Lançado em setembro de 1928





CHICO VIOLA
(FRANCISCO ALVES)



Francisco Alves
Arquivo Nirez






Disco 12.825


VISÃO DE AMOR
Tango de Carlos de Almeida
Gravado por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Parlophon
Disco Parlophon 12.825-A, matriz 1668
Lançado em setembro de 1928



CAFUNÉ
Toada de Marcello Tupynambá
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento da Orquestra Parlophon
Disco Parlophon 12.825-B, matriz 1657
Lançado em setembro de 1928








ORQUESTRA PAN AMERICAN


Orquestra Pan American
Arquivo Humberto Franceschi






Disco 10.256


SAMBA DE VERDADE
Samba de Francisco Alves e S. Fernandes (Brancura)
Gravado pela Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.256-A, matriz 1949
Lançado em outubro de 1928



SÓ NO BRASIL
Maxixe de Lúcio Chameck
Gravado pela Orquestra Pan American
Disco Odeon 10.256-B, matriz 1656
Lançado em outubro de 1928





BENÍCIO BARBOSA
E
ORQUESTRA DOS OITO BATUTAS




Benício Barbosa
Arquivo Humberto Franceschi



Orquestra dos Oito Batutas, em 1926
http://memoria.bn.br







Disco 10.264



TU QUERES NOTA
Samba de Francisco Rocha
Gravado por Benício Barbosa
Acompanhamento da Orquestra dos Oito Batutas
Disco Odeon 10.264-A, matriz 1932
Gravado em 1928 e lançado em outubro de 1928




QUEM FOI QUE DISSE?
Samba de Pixinguinha (Alfredo Viana)
Gravado por Benício Barbosa
Acompanhamento da Orquestra dos Oito Batutas
Disco Odeon 10.264-B, matriz 1931
Gravado em 1928 e lançado em outubro de 1928




Disco 10.263




CORRENTE NO PÉ
Samba de Donga (Ernesto dos Santos)
Gravado por Benício Barbosa
Acompanhamento da Orquestra dos Oito Batutas
Disco Odeon 10.263-A, matriz 1830
Gravado em 1928 e lançado em outubro de 1928




BENÍCIO BARBOSA, HENRIQUE CHAVES
E
ORQUESTRA DOS OITO BATUTAS


Henrique Chaves
http://memoria.bn.br/


SAI EXU
Jongo de Donga (Ernesto dos Santos)
Gravado por Benício Barbosa e Henrique Chaves
Acompanhamento da Orquestra dos Oito Batutas
Disco Odeon 10.263-B, matriz 1870
Gravado em 1928 e lançado em outubro de 1928















Agradecimento ao Arquivo Nirez










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