Há 75 anos falecia a atriz norte americana CAROLE LOMBARD.
Nascida em 06 de outubro de 1908, Carole Lombard se destacou no cinema dos anos 30, protagonizando comédias como Irene, a Teimosa(My Man Godfrey, de 1936), dirigida por Gregory La Cava.
Em 16 de janeiro de 1942, durante a II Guerra Mundial, Carole terminava uma viagem cujo objetivo era vender bônus para auxílio das tropas norte americanas. Ela estava acompanhada de sua mãe e, querendo voltar logo para perto de seu esposo, o ator Clark Gable, pegou um vôo que partia de Las Vegas. A aeronave se chocou em uma montanha.
Mesmo depois de várias décadas de sua morte, Carole Lombard ainda é lembrada e continua fascinando novas gerações de fã, inclusive pela Internet.
Há 32 anos falecia a cantora e atriz ARACY CÔRTES.
Aracy Côrtes nasceu no Rio de Janeiro em 31 de março de 1904.
No final da década de 1910 estreou em teatros e circos, se destacando por sua forma de cantar e sambar. No final da década de 1920 era considerada Rainha do Teatro de Revista, e também da Praça Tiradentes, onde lançou, nos palcos, vários compositores e seus sucessos.
Começou a gravar discos em 1925, ainda na Casa Edison. Em 1928, lançou o sucesso de Sinhô, Jura!... e em janeiro de 1929, Yayá (Ai Yoyô - Linda Flor), de Henrique Vogeler, Luís Peixoto e Marques Porto.
Em meados da década de 1940 começou a se afastar dos palcos, voltando esporadicamente. Em 1965, ao lado de Clementina de Jesus, Paulinho d Viola, entre outros, brilhou no espetáculo Rosa de Ouro, produzido por Hermínio Bello de Carvalho.
Ainda faria algumas apresentações, como o célebre show de 1984, ao lado da cantora e atriz Marília Barbosa, que marcava os 80 anos de idade de Aracy.
Em 08 de janeiro de 1985 Aracy Côrtes falecia, no Rio de Janeiro.
Seu legado para nossa música foi e é importantíssimo, sendo um dos principais nomes da chamada Época de Ouro da MPB.
Trago algumas músicas que Aracy Côrtes gravou nos anos 50. Seriam suas últimas gravações comerciais. Nessa época, ela regravou Ai, Ioiô e Um Sorriso. lançando mais quatro músicas inéditas, entre elas, uma de sua autoria ao lado de César Cruz.
FLOR DO LODO
Samba canção de Ary Mesquita
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.398-A, matriz 9546
Gravado em 23 de dezembro de 1952 e lançado em março de 1953
HINO À VIDA
Samba de Vicente Paiva, Max Nunes e J. Maia
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.398-B, matriz 9547
Gravado em 23 de dezembro de 1952 e lançado em março de 1953
AI IOIÔ
Samba Canção de Henrique Vogeler, Luís Peixoto e Marques Porto
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.535-A, matriz 9850
Gravado em 21 de agosto de 1953 e lançado em novembro
DENGUINHO
Samba de Aracy Côrtes e César Cruz
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.535-B, matriz 9849
Gravado em 21 de agosto de 1953 e lançado em novembro
AS CADEIRAS DE IAIÁ
Samba de Nelson Castro e Armando Maciel
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.693-A, matriz RIO-10167
Gravado em 11 de junho de 1954 e lançado em agosto
UM SORRISO
Samba de Benedito Lacerda e Felisberto Martins
Acompanhamento de Orquestra
Disco Odeon 13.693-B, matriz RIO-10166
Gravado em 11 de junho de 1954 e lançado em agosto
MÁRIO REIS ao microfone da Rádio Mayrink Veiga, 1935. Suas fãs suspiram ao seu lado. Arquivo Nirez.
Há 109 anos nascia o cantor MÁRIO REIS.
Mário da Silveira Reis nasceu no Rio de Janeiro em 31 de dezembro de 1907.
Iniciando sua carreia no final dos anos 20, foi incentivado pelo Rei do Samba, Sinhô (José Barbosa da Silva). Em pouco tempo, Mário Reis se tornou um fenômeno de vendagens de discos. Em 1930, iniciou uma bem sucedida dupla com Francisco Alves, gravando pouco mais de vinte músicas. Após excursionar pelo Brasil e exterior, aparecer em filmes e programas de rádio, Mário seguiu carreira de funcionário público, retornando à vida artística esporadicamente.
Ele faleceu em 05 de outubro de 1981.
Em 1951 ele regravou seis músicas de Sinhô no selo Continental. Metade era de seu repertório, outras, como Fala, Meu Louro, Ora Vejam Só, e A Favela Vai Abaixo (com novos versos), do repertório de Francisco Alves.