quarta-feira, 29 de agosto de 2012

FOLCLORE BRASILEIRO, suas cantoras (parte II)

Continuando a postagem sobre as cantoras do folclore, vamos conferir o talento de importantes intérpretes e compositoras que pesquisaram nossas tradições, levando aos discos seus achados.


HELENA DE MAGALHÃES CASTRO

    

A volta do Bambalelê

Coco de motivo popular em arranjo de Helena de Magalhães Castro
Gravado por Helena de Magalhães Castro com violões
Disco Victor 33.341-B, matriz 50386-1
Gravado em 10 de julho de 1930 e lançado em setembro desse ano





JESY BARBOSA



Lenda Sertaneja

Canção sertaneja de Cândido das Neves (Índio)
Gravada por Jesy Barbosa, com Rogério Guimarães ao violão e coro
Disco Victor 33.284-A, matriz 50225-1
Gravado em 03 de abril de 1930 e lançado em julho desse ano




ELISA COELHO


Capelinha de melão
Samba de Amélia Brandão Nery
Gravado por Elisa Coelho e violões
Disco Victor 33.322-A, matriz 50341-1
Gravado em 21 de junho de 1930 e lançado em dezembro desse ano




DILÚ MELO



Engenho d´água
Cena brasileira de Dilú Melo e Santos Meira
Gravado por Dilú Melo e Santos Meira e grupo típico
Disco Columbia 8.345-B, matriz 3608-1
Lançado em 1938




Sapo cururu
Coco de Dilú Melo
Gravado por Dilú Melo
Disco Continental 15.126-B, matriz 725-2
Lançado em abril de 1944





STELLINHA EGG


Prenda Minha
Folclore gaucho
Arranjo de Stellinha Egg em ritmo de baião
Gravado por Stellinha Egg e orquestra
Disco RCA Victor 80-0821-B, matriz S-093000
Gravado em 27 de julho de 1951 e lançado em outubro desse ano




O Canto da Iara
Baião de Lindolfo Gaya e Eme de Assis
Gravado por Stellinha Egg com coro e orquestra
Disco RCA Victor 80-0821-A, matriz S-092999
Gravado em 27 de julho de 1951 e lançado em outubro desse ano




A Lenda do Abaeté
Batuque de Dorival Caymmi
Gravado por Stellinha Egg e conjunto
Disco RCA Victor 80-1294-B, matriz BE4-VB-0410
Gravado em 12 de abril de 1954 e lançado em junho desse ano





INEZITA BARROSO


Dança de caboclo
Dança de Hekel Tavares e Olegário Mariano
Gravada por Inezita Barroso e regional
Disco RCA-Victor 80-1430-A, matriz BE4-VB-0609
Gravado em 13 de outubro de 1954 e lançado em maio de 1955




Nhapopé
Canção popular a partir de uma lenda indígena amazonense
Gravação de Inezita Barroso e conjunto
Disco RCA Victor 80-1408-B, Matriz BE4-VB-0606
Gravado em 13 de outubro de 1954 e lançado em maio de 1955














Agradecimento ao Arquivo Nirez

Fontes:
Arquivo Nirez
Foto de Inezita Barroso: www.inezitabarroso.com.br






terça-feira, 28 de agosto de 2012

FOLCLORE BRASILEIRO, suas cantoras (parte I)

Seguindo nossa postagem sobre o folclore e seus intérpretes, trazemos agora algumas cantoras que gravaram peças folclóricas e lendas, que pesquisaram e adaptaram, divulgando nossa cultura.
Desde o século XIX, como é de maior conhecimento, algumas mulheres já se encarregavam de escrever poemas e compor melodias. É o caso das brasileiras Francisca Gonzaga e Cinira Polônio e da francesa, que teve uma bela carreira no Brasil, Rose Méryss. Já na década de 1920, as mulheres já estudavam violão e, várias, se encarregavam de pesquisar nossas tradições e adaptar cantos e melodias para apresentarem em recitais. Com o sucesso da indústria fonográfica brasileira nas duas primeiras décadas do século XX, essas moças eram convidadas a gravar suas pesquisas, cantando aquilo que haviam recolhido, composto ou adaptado. O rádio também seria um bom veículo de divulgação que, agora, passariam a ser recitais irradiados para todo o Brasil. A tradição das cantoras-pesquisadoras de folclore continuou através das décadas, revelando ótimos talentos e mantendo viva nossa tradição oral.
Vamos conferir!



ELSIE HOUSTON


























Morena cor de canela
Samba de motivo popular em adaptação de Ary Kerner Veiga de Castro
Gravado por Elsie Houston, acompanhada de Petit e Zezinho
Disco Columbia 5.217-B, matriz 380649
Lançado em junho de 1930




Cade minha pomba rola?
Batuque de motivo popular em arranjo de Elsie Houston
Gravado por Elsie Houston, acompanhada de Gaó, Jonas, Zeinho e Petit
Disco Columbia 7.014-B, matriz 380832
Lançado em setembro de 1930




Aribu
Coco do Norte de motivo popular em arranjo de Elsie Houston
Gravado por Elsie Houston, acompanhada Gaó, Zezinho e Chaves
Disco Columbia 7.053-B, matriz 380886
Lançado em 1930




Puxa o melão sabiá
Canção pernambucana de motivo popular em arranjo de Elsie Houston Peret
Gravada por Elsie Houston, acompanhada Gaó, Zezinho e Petit
Disco Columbia 7.050-B, matriz 380831-1
Lançado em 1930



Coco dendê trapiá - Ai sabiá da mata
Cocos do Norte de motivo popular em arranjo de Elsie Houston Peret
Gravado por Elsie Houston, acompanhada Gaó, Zezinho, Jonas e Chaves
Disco Columbia 7.050-B, matriz 380885-1
Lançado em 1930




Eh Jurupanã
Coco do Norte de motivo popular em arranjo de Elsie Houston
Gravado por Elsie Houston, acompanhada Hekel Tavares, João Pernambuco e Jararaca
Disco Columbia 7.053-B, matriz 380587
Gravado em dezembro de 1929 e lançado em 1930






STEFANA DE MACEDO


























Como se dobra o sino
Toada de motivo popular do Rio Grande do Norte
Arranjo de Stefana de Macedo
Gravada por Stefana de Macedo com violão
Disco Columbia 5.189-B, matriz 380439-2
Lançado em março de 1930




Bixo Caxinguelê
Cateretê de motivo popular em arranjo de Stefana de Macedo
Gravado por Stefana de Macedo com violões
Disco Columbia 5.092-B, matriz 380231-2
Lançado em outubro de 1929

Bicho Cachinguelê -
Uma espécie brasileira  de esquilo florestal.
É encontrado na Floresta Amazônica e na Mata Atlântica.
























O homem e o relógio
Corta jaca de Stefana de Macedo
Gravado por Stefana de Macedo com violões
Disco Columbia 5.068-B, matriz 380230
Lançado em setembro de 1929




A mulher e o trem
Corta jaca de motivo popular em arranjo de Stefana de Macedo
Gravado por Stefana de Macedo com violões
Disco Columbia 5.067-B, matriz 380229-2
Lançado em julho de 1929





Bambalelê
Samba choro de motivo popular em arranjo de Stefana de Macedo
Gravado por Stefana de Macedo com violões
Disco Columbia 5.067-B, matriz 380227-2
Lançado em julho de 1929




Toré
Canto indígena da autoria de Stefana de Macedo e Ascenço Ferreira
Gravado por Stefana de Macedo, Gaó, Chaves e Zezinho
Disco Columbia 7.010-B, matriz 380820-1
Lançado em setembro de 1930







OLGA PRAGUER COELHO



























Puntinho branco
Domínio popular em arranjo de Olegário Mariano
Gravado por Olga Praguer Coelho com violões
Disco Odeon 10.586-A, matriz 3064
Lançado em abril de 1930



Virgem do Rosário
Lundu de domínio popular em adaptação de Olga Praguer Coelho
Gravação de Olga Praguer Coelho, com Rogério Guimarães e João Nogueira aos violões
Disco Victor 34.042-B, matriz 80025-1
Gravado em 29 de novembro de 1935 e lançado em abril de 1936




Murucututu
Canção de embalo
De domínio popular em arranjo de Olga Praguer Coelho e Gaspar Coelho
Gravada por Olga Praguer Coelho, com Pereira Filho ao violão
Disco Victor 34.105-A, matriz 80130-1
Gravado em 17 de abril de 1936 e lançado em novembro desse ano






Boi boi boi
Acalanto baiano de domínio popular
Adaptação de Georgina Erisman
Gravação de Olga Praguer Coelho e Pedro Vargas
Acompanhamento de dois violões
Disco Victor 34.060-B, matriz 80149-1
Gravado em 28 de abril de 1936 e lançado em julho desse ano



Estrela do Céu
Macumba do Norte
Domínio porpular em adaptação de Olga Praguer Coelho
Gravada por Olga Praguer Coelho com Conjunto Típico RCA Victor
Disco Victor 34.325-B, matriz 80182-1
Gravado em 30 de julho de 1936 e lançado em junho de 1938














Agradecimento ao Arquivo Nirez

Fontes:
Arquivo Nirez
Foto do bicho caxinguelê: http://is.gd/tNF8gq
















domingo, 26 de agosto de 2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

TÔNIA CARRERO, 90 anos



Hoje, a bela e talentosa atriz Tônia Carrero completa 90 anos.

Maria Antonieta Portocarrero Thedim nasceu no Rio de Janeiro em 22 de agosto de 1922.
Graduada na França em Educação Física, foi como atriz que ela encontrou sua vocação, estreando em 1947 no filme Querida Suzana, de Alberto Pieralisi, onde foi a protagonista. O filme foi produzido pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz, de São Bernardo do Campo (SP), onde ela foi estrela e protagonizaria outros filmes.

No teatro, Tônia Carrero estreou no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em São Paulo, no ano de 1949, com a peça Um Deus Dormiu Lá em Casa, da autoria de Guilherme Figueiredo e direção de Adolfo Celi, contracenando com Paulo Autran,  que se tornaria um grande amigo da atriz.




Um Deus Dormiu Lá em Casa

Logo, o inevitável aconteceu, sua extraordinária beleza aliada ao seu talento dramático, transformaria a atriz em uma das mulheres mais fascinantes do Brasil. No teatro daria vida à personagens de Bernard Shaw, Jean-Paul Sartre, Noel Coward, Tennessee Williams, entre outros. Sendo uma mulher elegante, mostrou seu talento e versatilidade ao dar vida à prostituta Neusa Sueli, de Navalha na Carne, de Plínio Marcos, na versão carioca da peça feita em 1967, dirigida por Fauzi Arap. Essa montagem teve mais repercussão que a original, feita em São Paulo.

O cinema mostrou Tônia Carrero em boas atuações, como na cine-biografia do músico paulista Zequinha de Abreu, Tico-Tico no Fubá (1952), direção de Adolfo Celi, e filmado na Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Ela contracena com Anselmo Duarte, que vive Zequinha, enquanto ela é sua musa, Branca.
Também em 1952 e no mesmo estúdio, ela filmou Appassionata, dirigido por Fernando de Barros.
Tônia vivia uma pianista consagrada que prefere a carreira ao casamento. Contracenou com Paulo Autran e, novamente, Anselmo Duarte.


Tico-Tico no Fubá

Com a carreira em alta, foi notada por um veículo que cada vez crescia mais, e um estilo de dramaturgia que conquistava a população: a televisão, com sua teledramaturgia.
Em 1969, estreou na TV Excelsior (SP) na novela Sangue do Meu Sangue, vivendo Pola Renon. Era escrita por Vicente Sesso e dirigida por Sérgio Britto.

No ano seguinte, em 1970, deu vida à protagonista Cristina Melo de Guimarães Cerdeira, uma rica e jovem viúva que transformava a vida de um rapaz simples, vivido por Sérgio Cardoso. A novela era Pigmalião 70, também escrita por Vicente Sesso e dirigida por  Régis Cardoso. Era a estréia de Tônia e Vicente na Rede Globo e inaugurou o estilo de comédia no horário das 19h. O corte de cabelo da personagem de Tônia seria imitado pelas mulheres no País inteiro e tinha o nome homônimo ao da novela, corte Pigmalião 70.


Pigmalião 70

Vale lembrar a milionária Stella Fraga Simpson, de Água Viva (1980), novela escrita por Gilberto Braga com a colaboração de Manoel Carlos e dirigida por Roberto Talma e Paulo Ubiratan. Tônia havia sido escalada para viver uma megera, mas, sua excêntrica personagem personagem acabaria por conquistar o público.

Kananga do Japão (Rede Manchete-1989), foi escrita por Wilson Aguiar Filho com a colaboração de Leila Míccolis, com sinopse de Carlos Heitor Cony a partir de idéia original de Adolpho Bloch (presidente da Manchete); foi dirigida por Tizuka Yamazaki, Carlos Magalhães, Wilson Sólon.
Tônia Carrero deu vida à Letícia Viana. Milionária carioca casada com o empresário Chico Viana (Carlos Alberto) que, na década de 1930, se apaixonava pelo malandro da Praça Onze, Alex Ferreira (vivido por Raul Gazolla), e era a antagonista da personagem principal, Dora (vivida por Cristiane Torlloni).

Kananga do Japão, ao lado de Carlos Alberto.

Atualmente, Tônia Carreiro mora no Rio de Janeiro e está afastada da carreira, tendo feito seu último trabalho em 2008. Ela é mãe do também ator Cecil Thiré e seus netos seguiram a tradição de atuar da família, Miguel Thiré, Luísa Thiré e Carlos Thiré.







Parabéns à nossa Estrela!








































Fontes:


http://is.gd/6uNz5G
http://is.gd/Z0vYj9
http://is.gd/VtIFUo
http://is.gd/vs1qqk
http://is.gd/anmXnX
http://is.gd/8741va
http://is.gd/gyAN31

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

FOLCLORE BRASILEIRO, seus cantores

Dia 22 de agosto, dia do Folclore Brasileiro. A data foi firmada em 1965 através de um decreto federal.
O folclore engloba as tradições, lendas e crenças de um país. Ele pode ser manifestado de várias formas, como artesanato, alimentação, vestimentas, religião e linguagem de uma nação.

No Brasil, várias lendas vêm sendo contadas há várias gerações; algumas, trazidas do exterior e adaptadas à nossa realidade; outras, nascidas aqui. Muitas foram contadas em versos, romances, ou, até, cantadas em composições de domínio público ou de autoria de compositores que se preocuparam e divulgar as lendas de suas regiões.

Estudiosos e intelectuais se dedicaram a estudar e catalogar o nosso folclore, como Luis Câmara Cascudo e Mário de Andrade. 

Nos anos 20, várias mulheres começaram a se dedicar à pesquisa do folclore brasileiro e às adaptações do mesmo para o canto; Elsie Houston, Stefana de Macedo, Helena de Magalhães Castro, Olga Praguer Coelho, Amélia Brandão Nery e Celeste Leal Borges, são cantoras e compositoras que, a exemplo de seus colegas, foram catalogando, pesquisando e divulgando o nosso folclore. Sua iniciativa abriram portas para futuros talentos, como Sylvinha Melo, Elisa Coelho, Dilú Mello, Stelinha Egg, Inezita Barroso, para citar algumas.

Vamos conferir algumas músicas de nosso folclore. Trouxemos gravações diversas de composições como: Sacy Pererê e Sapo Cururu.


Minha Terra
Modinha do folclore cearense
Gravada por Mário Pinheiro
Acompanhamento de piano e violão
Disco Odeon Record 40.687
Lançado em 1906




O meu boi morreu
Cantiga nortista
Gravada por Bahiano e Eduardo das Neves
Acompanhamento de coro, cavaquinho e violão
Disco Odeon Record 121.054
Lançado em 1916
Obs. Era do repertório da atriz Abigail Maia, como se anuncia na gravação.
A atriz Júlia Martins participa do coro.






Bahiano














Bumba meu boi
Samba carnavalesco de Freire Jr.
Gravado por Bahiano
Disco Odeon Record 121.975
Lançado em 1921




Dança do urubu
Canção carnavalesca
Do folclore, arranjo de Lourival de Carvalho (Louro)
Gravada por Bahiano com coro e conjunto
Disco Odeon Record 121.321
Gravado e lançado em 1917





Gastão Formenti





















Sacy Pererê
Toada de Joubert de Carvalho
Gravada por Gastão Formenti, acompanhado por violões
Disco Odeon 10.216-A, matriz 1744
Lançado em agosto de 1928




Sacy Pererê
Canção de J. Aymberê e Alcebíades Barcelos
Gravada por Gastão Frmenti
Acompanhamento do maestro Henrique Vogeler ao piano
Disco Parlophon 12.938-B, matriz 2411-1
Lançado em abril de 1929




Saci Pererê
Batuque de J. B. de Carvalho
Gravado pelo Conjunto Tupy
Disco Victor 33.556-B, 65421-2
Gravado em 18 de março de 1932 e lançado em junho desse ano




Sapo Cururu
Canção de Hekel Tavares e Olegário Mariano
Gravada por Sérgio da Rocha Miranda
Acompanhamento de Hekel Tavares ao piano
Disco Odeon 10.206-A, matriz 1705
Lançado em 1928




Francisco Alves





















Sapo Cururu
Acalanto de Hekel Tavares e Olegário Mariano
Gravada por Francisco Alves
Acompanhamento de Hekel Tavares ao piano
Disco Odeon 10.365-A, matriz 2470
Lançado em abril de 1929




Engenho Novo
Tema popular em arranjo de Hekel Tavares
Gravado por Januário de Oliveira
Acompanhamento de Hekel, Zezinho e Petit
Disco Columbia 5.141-B, matriz 380488-2
Lançado em fevereiro de 1930




Foi boto, sinhá
Toada amazônica
Da autoria de Waldemar Henrique e Antônio Tavernard
Gravada por Gastão Formenti com a Orquestra Victor Brasileira sob a direção de Pixinguinha
Disco Victor 33.807-B, matriz 79625-1
Gravado em 02 de maio de 1934 e lançado em agosto desse ano




Cobra grande
Lenda Amazônica
Da autoria de Waldemar Henrique
Gravada por Gastão Formenti com a Orquestra Victor Brasileira
Disco Victor 33.939-A, matriz 79850-3
Gravado em 14 de março de 1935 e lançado em junho desse ano





Jorge Fernandes





















Rolete de cana
Canção do folclore
Arranjo de Osvaldo Santiago e Dilu Melo
Gravada por Jorge Fernandes e o conjunto de Benedito Lacerda
Disco Columbia 55.373-B, matriz 549-1
Lançado em setembro de 1942














Agradecimento ao Arquivo Nirez






terça-feira, 21 de agosto de 2012

Imersão na Belle Époque

A próxima novela das 18h da Globo vai se passar no ano de 1903. Lado a Lado é o título. 
Esse período faz parte de minhas pesquisas, então, vou aproveitar para mostrar quem eram os artistas dessa época, as músicas e compositores... 


E, já entrando no clima da Belle Époque...

Alice Roosevelt em 1903.

Alice Roosevelt Longworth (1884-1980), foi a única filha do ex-presidente norte americano 
Theodore Roosevelt com sua primeira mulher, Alice Hathaway Lee. 
Alice era conhecida como Princesa da Casa Branca.
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