Há 98 anos nascia em São Paulo, Maria de Nazareth Reys.
Ao casar-se, passou a adotar o sobrenome Marengo.
Iniciou sua carreira ao lado da irmã, Vera Barreto, que cantava, sendo acompanhada por Miriam Reys.
Depois, Miriam, que era fã da cantora Sônia Barreto e do compositor Joubert de Carvalho, adotou o nome Sônia Carvalho e tornou-se um dos mais queridos nomes do rádio paulistano e carioca.
Sua irmã era casada com o locutor Celso Guimarães.
Essas e outras novidades, narradas pela própria Sônia, você confere em breve, no site do Arquivo Nirez, em uma reportagem feita nos anos 70, em Taubaté, onde a cantora morava.
Aqui, você confere dois sucessos de sua carreira.
A Lua também quer brincar
Marcha de Silvino Neto
Gravada por Sônia Carvalho com o conjunto Diabos do Céu, sob a direção de Pixinguinha.
Gravada em 06 de dezembro de 1935 e lançado em 1936.
Disco Victor 34.022-A, matriz 80033-3
Esse era o prefixo do programa radiofônico de Sônia.
A Infelicidade me persegue
Samba de Assis Valente
Gravado por Sônia Carvalho e o Conjunto Regional RCA Victor
Disco Victor 34.014-A, matriz 80032-1
Gravado em 06 de maio de 1935 e lançado em janeiro de 1936.
No coro, Aracy de Almeida e Orlando Silva.
Agradecimento ao Arquivo Nirez.